Deputado Joseildo Ramos rebate Carlos Gaban e defende direito de greve dos trabalhadores municipais de Salvador

Joseildo Ramos: “Acredito que a memória de alguns deputados de oposição está curta, porque com 60 dias de inaugurado o primeiro governo de Wagner, o sindicato da APLB já tinha deflagrado uma greve na Bahia e ninguém veio aqui na tribuna para dizer que a greve tinha conotação política”
Joseildo Ramos: “Acredito que a memória de alguns deputados de oposição está curta, porque com 60 dias de inaugurado o primeiro governo de Wagner, o sindicato da APLB já tinha deflagrado uma greve na Bahia e ninguém veio aqui na tribuna para dizer que a greve tinha conotação política”
Joseildo Ramos: “Acredito que a memória de alguns deputados de oposição está curta, porque com 60 dias de inaugurado o primeiro governo de Wagner, o sindicato da APLB já tinha deflagrado uma greve na Bahia e ninguém veio aqui na tribuna para dizer que a greve tinha conotação política”
Joseildo Ramos: “Acredito que a memória de alguns deputados de oposição está curta, porque com 60 dias de inaugurado o primeiro governo de Wagner, o sindicato da APLB já tinha deflagrado uma greve na Bahia e ninguém veio aqui na tribuna para dizer que a greve tinha conotação política”

Com um duro discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (12/06/2013), o deputado Joseildo Ramos (PT) saiu em defesa dos trabalhadores municipais em greve e questionou a posição dos parlamentares de oposição que tentam desqualificar os sindicalistas.  “O que é que os deputados de oposição deveriam estar fazendo? Se colocando à disposição dos sindicatos e sendo elementos para intermediar o diálogo. Obviamente, esses deputados não conhecem a palavra diálogo”, alfinetou. “É preciso que eles estejam à disposição para ir aos sindicatos, para aplaudir os sindicalistas como fizeram neste plenário”, ironizou o parlamentar.

O petista rebateu ainda o argumento de do deputado Gaban (DEM) que falou das dificuldades que o prefeito ACM Neto (DEM) tem enfrentado com apenas seis meses de administração.  “Acredito que a memória de alguns deputados de oposição está curta, porque com 60 dias de inaugurado o primeiro governo de Wagner, o sindicato da APLB já tinha deflagrado uma greve na Bahia e ninguém veio aqui na tribuna para dizer que a greve tinha conotação política”, lembrou.

Joseildo ressaltou que espera a resolução do impasse entre a prefeitura de Salvador e os sindicatos, mas refutou a postura da oposição na Assembleia sobre os prejuízos dos estudantes com a greve dos professores municipais. O deputado lembrou-se da greve dos professores da rede estadual de ensino em 2012. “Não vi uma voz dos deputados da oposição preocupados com estudantes baianos que ficaram sem aulas durante cento e quinze dias”, concluiu.

Aliado de ACM Neto diz que paralisação dos professores é “política” 

Aliados do prefeito ACM Neto utilizaram a tribuna da Assembleia Legislativa para criticar a greve deflagrada por parte dos servidores públicos municipais, classificada como “movimento político” pelo vice-líder da oposição, Bruno Reis. No caso dos professores, ele lembrou que o governo do estado ofereceu reajuste de 5,84%, sendo 2% retroativo a janeiro e o restante a partir de julho. A Prefeitura, por sua vez, ofereceu 7,97%, sendo 2% retroativo a maio, data-base da categoria, e o restante a partir de novembro.

“É preciso que a APLB tenha coerência. O sindicato sequer protestou contra a proposta do governo do estado, que, historicamente, tem oferecido reajustes menores do que a Prefeitura. Mas, com o intuito político de provocar desgaste na administração de ACM Neto, a APLB decide não acatar uma proposta da Prefeitura que, no caso dos professores, é melhor que a do governo”, afirmou Bruno Reis.

Bruno Reis lembrou que, ano passado, a Prefeitura ofereceu 22,2% de reajuste aos professores, contra pouco mais de 7% do governo do estado. E mais: desde 2005, o reajuste dos professores da rede municipal acumulou um percentual absoluto de aumento de 89,44%. O deputado afirmou que o momento é dos sindicalistas esquecerem as filiações partidárias e terem responsabilidade com a cidade, que passa por sérias restrições financeiras e orçamentárias.


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