Cerca de 3.500 famílias de Feira de Santana estão sem receber o leite do Programa Leite Fome Zero, denuncia vereador Marcos Lima

Marcos Lima ressaltou que em Feira de Santana há uma estrutura montada, com galpão alugado e câmara de resfriamento, além de três caminhões baús com câmaras frias para a distribuição, que, segundo ele, era feita diariamente.
Marcos Lima ressaltou que em Feira de Santana há uma estrutura montada, com galpão alugado e câmara de resfriamento, além de três caminhões baús com câmaras frias para a distribuição, que, segundo ele, era feita diariamente.
Marcos Lima ressaltou que em Feira de Santana há uma estrutura montada, com galpão alugado e câmara de resfriamento, além de três caminhões baús com câmaras frias para a distribuição, que, segundo ele, era feita diariamente.
Marcos Lima ressaltou que em Feira de Santana há uma estrutura montada, com galpão alugado e câmara de resfriamento, além de três caminhões baús com câmaras frias para a distribuição, que, segundo ele, era feita diariamente.

O Programa Leite Fome Zero, que tem o objetivo de diminuir a vulnerabilidade e insegurança alimentar de crianças – foi alvo de discurso do vereador Marcos Lima (PRP), na sessão da Câmara Municipal desta terça-feira (03/12/2013). Ele informou que o Programa Leite Fome Zero é parte do programa federal Fome Zero. “Trata-se de uma suplementação alimentar para famílias em situação de vulnerabilidade social que têm filhos na idade de 2 a 7 anos em creches pública. Não se trata de merenda escolar, que pertence à pasta da educação. O Leite Fome Zero pertence à área da ação social”, destacou.

Marcos Lima disse que o programa funciona da seguinte forma: “o Governo Federal transfere os recursos para os estados. Os Governos Estaduais fazem a contratação das empresas fornecedoras e os municípios fazem a distribuição”.

O vereador ressaltou que em Feira de Santana há uma estrutura montada, com galpão alugado e câmara de resfriamento, além de três caminhões baús com câmaras frias para a distribuição, que, segundo ele, era feita diariamente.

“Em 5 de julho, portanto cinco meses atrás, o Governo do Estado identificou um problema técnico na qualidade do leite que estava sendo entregue de forma adulterada. Imediatamente, suspendeu a distribuição do produto e deu um prazo à empresa para corrigir os problemas”, disse.

Com base em informações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Marcos relatou que em meados do mês de julho os problemas técnicos estavam solucionados, mas a empresa fornecedora alegou que não dispunha do produto, por causa da seca.

Ele afirmou que querendo retomar o serviço, a referida Secretaria fez vários contatos com a empresa e com a Secretaria de Desenvolvimento e Combate à Pobreza do Estado da Bahia, inclusive com documento enviado à secretária Moema Gramacho, mas não teve êxito.

“Segundo o secretário Ildes Ferreira, o Governo do Estado se mantém em silêncio e a empresa, ora alega que o contrato com o Governo venceu, ora alega que os preços pagos pelo Governo estão defasados e, com isso, não retoma o serviço”, informou Marcos Lima.

Conforme o vereador, 4.615 litros de leite estavam sendo entregues diariamente, beneficiando cerca de 3.500 famílias. “Leve-se em conta que Feira de Santana, pela sua população, poderia receber diariamente 8.600 litros de leite. Fazendo a soma desse período, cerca de 610.000 litros de leite deixaram de ser entregues, prejudicando milhares de famílias pobres da nossa cidade”, reclamou o edil, cobrando providências urgentes por parte do poder público estadual.


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