Líder do governo Rui Costa critica duramente deputado do DEM: “não tem memória, é satanás pregando quaresma”

Deputado estadual Zé Neto (PT) e deputado federal José Carlos Aleluia (DEM). Debate sobre corrupção revelada pela operação Lava Jato gera tensão e discórdia.
Deputado estadual Zé Neto (PT) e deputado federal José Carlos Aleluia (DEM). Debate sobre corrupção revelada pela operação Lava Jato gera tensão e discórdia.discórdia.

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Zé Neto (PT), afirmou que o presidente estadual do DEM, José Carlos Aleluia, não tem memória e está tirando onda de Satanás pregando Quaresma como se fosse virgem na política como se tudo passasse longe dele, lembrando que financiamento de campanha é um problema que atinge boa parte da classe política, especialmente o partido dele, que aliás, praticamente desapareceu do mapa do Brasil, em decorrência de escândalos sucessivos e descomprometi mento com o povo brasileiro.

“É bom que Aleluia lembre, que com relação a essa história de vaias, o Prefeito do Democratas (DEM), foi muito vaiado em Feira de Santana enquanto a nossa Presidenta  foi muito aplaudida, em um evento de entrega de Conjuntos Habitacionais do Minha Casa Minha Vida com mais de 8 mil pessoas. No discurso, a presidenta Dilma incluiu uma atenção especial ao Prefeito para que ele não ficasse tão  deslocado e tão desconfortável, e para que ele tivesse mais apoio no evento que era totalmente hostil com relação a ele, em função da péssima gestão que ele faz lá”, pontuou o deputado.

Para Zé Neto essas situações precisam ser lembradas para não ficar parecendo que a agressão ao Estado de Direito e a política atinge só no PT. “Alguns da grande mídia estão forçando a barra em cima do PT, mas é bom lembrar que quando o processo é golpista, acaba pegando em todo mundo da classe política”, disse.

Segundo o parlamentar, essa coisa de vaia e aplauso depende de cada ambiente. O certo é que há dificuldades, mas não há crise da dimensão que os conservadores e parte da mídia querem pintar, e a oposição tenta ‘pongar” e forçar um terceiro turno ou fortalecer o sentimento de golpe. “Nós temos é que garantir as instituições democráticas, o processo eleitoral e o estado de direito. Nesse instante temos muita energia para fazer qualquer enfrentamento em qualquer órbita, e que ninguém se engane, quem mais conhece a política de mobilização dos movimentos sociais somos nós, que temos no nosso DNA nos movimentos populares. Tem coisa errada para se resolver? Nos cabe as respostas, e essas estão aparecendo”, pontuou.


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