Diga adeus ao papel! Documentação eletrônica promete economizar R$ 1 bilhão aos cofres públicos | Por Adão Lopes

Adão Lopes é mestre em tecnologia e negócios eletrônicos.
Adão Lopes é mestre em tecnologia e negócios eletrônicos
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Adão Lopes é mestre em tecnologia e negócios eletrônicos.

Se tem uma coisa que o nosso país precisa, em um momento de crise, é cortar gastos desnecessários. Não é de hoje que a tecnologia de documentação eletrônica vem trazendo vantagens a diversas empresas, principalmente no quesito segurança e economia. Chegou a vez do setor público se atentar a isso, e os resultados já são visíveis, como dizem os americanos, “em verdinhas”.

No final de maio e começo de junho, 10 órgãos públicos aderiram ao PEN, Processo Eletrônico Nacional, onde utilizaram o SEI, Sistema Eletrônico de Informação, um software desenvolvido para tramitar documentos de forma eletrônica. O projeto foi desenvolvido pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

O funcionamento de inúmeros processos está sendo completamente alterado pelo uso da tecnologia da informação. Esse é um progresso que não deve parar por ai. Já são mais de 24 órgãos no programa, e 81 que pretendem se unir a ele, mirando em todos até o fim do ano.

Isso representa uma quebra de paradigma no modo como o país encara a documentação eletrônica, se despindo dos preconceitos e abraçando a inovação e o progresso. Tecnologias que permitem o abandono do papel e fornecem uma infraestrutura confiável e sustentável, já não são novidade para o setor privado, mas o setor público é o que mais demora a mudar, tanto pela burocracia, quanto pela necessidade da certeza de que uma nova tecnologia é confiável e eficiente.  Afinal é do país que estamos falando! Mas se isso não bate o martelo, não sei o que bate.

Entre as vantagens do projeto, está a eliminação de uma das grandes doenças do nosso setor público, a burocracia, e o aumento na rapidez dos processos, assim como a transparência envolvida neles.

O projeto piloto junto ao Ministério das Comunicações economizou R$ 500 mil com gastos em impressão. A estimativa do Ministério da Integração Nacional é de economizar R$ 2 milhões por ano com redução do uso de papel.

Se os resultados se mantiverem e outros órgãos públicos aderirem ao projeto, os números economizados chegarão a R$ 1 bilhão por ano.

Essa, sem dúvida, é a maior vantagem do projeto em termos de justificativa de investimento, mas a segurança imposta sobre esses documentos também fala alto. Se as coisas continuarem a seguir esse caminho, podemos dizer adeus ao uso desnecessário de papel.

*Por Adão Lopes é mestre em tecnologia e negócios eletrônicos e CEO da VARITUS BRASIL.

Sobre a Varitus Brasil

Empresa no setor de tecnologia da informação, a Varitus Brasil possui ferramenta exclusiva para emissão, recuperação e armazenamento de arquivos digitais de acordo com as regras do Fisco, para pequenas, médias e grandes empresas das áreas públicas e privadas. Entre os principais serviços estão emissão de NF, NF-e, gestão de CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico), MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais) e GED (Estão Eletrônica de Documentos) incluindo a guarda física.

 www.varitus.com.br


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