Deputado Carlos Geilson diz que oposição vai fechar cerco contra PEC 148

Carlos Geilson: “Vamos fechar questão contra o pacote, de A a Z. Não há concessão nesse momento ao governo do estado. Não tem meio termo”.
Carlos Geilson: “Vamos fechar questão contra o pacote, de A a Z. Não há concessão nesse momento ao governo do estado. Não tem meio termo”.
Carlos Geilson: “Vamos fechar questão contra o pacote, de A a Z. Não há concessão nesse momento ao governo do estado. Não tem meio termo”.
Carlos Geilson: “Vamos fechar questão contra o pacote, de A a Z. Não há concessão nesse momento ao governo do estado. Não tem meio termo”.

“Vamos fechar questão contra o pacote, de A a Z. Não há concessão nesse momento ao governo do estado. Não tem meio termo”, frisou o deputado estadual Carlos Geilson (PSDB) nesta quarta-feira (02/12/2015), ao falar que é contra ao intitulado “pacote de maldades”, enviado pelo governador Rui Costa, para a Assembleia Legislativa da Bahia.

A PEC 148 enviada à Alba altera o direito à estabilidade do servidor, ampliando de 10 para 15 anos de ocupação do cargo para que o servidor usufrua desse direito e, passa a exigir que o cargo seja ocupado continuamente por 8 anos consecutivos, sendo que antes era apenas de dois anos. O projeto veta também a venda dos 10 dias de férias e estabelece que a estabilidade não será mais conquistada com o valor da remuneração do cargo, mas com apenas 30%.

Geilson lembrou que a atitude do governo deixa brechas para acreditar que o governo do estado está quebrado. No entanto, ele ressaltou que se isso for verdade, a mea culpa é do Partido dos Trabalhadores. “Se o erário chegou a essa situação foi porque o governo foi perdulário, não cuidou das finanças desse estado como devia e gastou dinheiro em demasia”.

O parlamentar ainda questionou a mudança de postura do PT, que quando estava em campanha eleitoral chegou a mostrar o contracheque dos funcionários públicos, engabelando esses profissionais, para obter o voto . “Agora eles mudaram o discurso. Eles presentearam o contracheque dos funcionários com o aumento do Planserv e ainda estão querendo retirar direitos adquiridos. Se deram alguns penduricalhos, problema! Agora são direitos desses servidores, e isso não deve ser revogado. Nós vamos lutar até o fim”, afirmou Geilson.


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