Escritor e articulista do Jornal Grande Bahia, Alberto Peixoto lança obra ‘Quitéria e o Bando de Cleonice’

Convite de lançamento da obra 'Quitéria e o Bando de Cleonice’, de autoria de Alberto Peixoto.
Convite de lançamento da obra ‘Quitéria e o Bando de Cleonice’, de autoria de Alberto Peixoto.
Convite de lançamento dos livros 'Quitéria e o Bando de Cleonice’, e da segunda edição segunda 'Das Dores, a difícil vida fácil', de autoria de Alberto Peixoto.
Convite de lançamento dos livros ‘Quitéria e o Bando de Cleonice’, e da segunda edição segunda ‘Das Dores, a difícil vida fácil’, de autoria de Alberto Peixoto.

A saga da heroína feirense Maria Quitéria, na Guerra da Independência da Bahia, é contada na nova obra ‘Quitéria e o Bando de Cleonice’, de autoria do escritor feirense e articulista do Jornal Grande Bahia Alberto Peixoto. O livro ‘Quitéria e o Bando de Cleonice’ será lançado em Feira de Santana em duas oportunidades: no dia 10 de dezembro no Espaço Cidade da Cultura, a partir das 19 horas; e no dia 13 no Beco da Energia, a partir das 8 horas – quando também será lançada a segunda edição da obra ‘Das Dores, a difícil vida fácil’.

A obra e o enredo

‘Quitéria e o Bando de Cleonice’ é resultado de uma ampla pesquisa histórica realizada por Alberto Peixoto, ao longo de três anos. A estória tem resquícios fictícios que se confundem com a realidade, proporcionando ao leitor uma viagem no tempo.

No enredo criado por Alberto Peixoto, Maria Quitéria e Cleonice – uma negra fugida que lidera um bando de saqueadores – lutam juntas na Guerra da Independência. Quitéria, de forma oficial, após alistar-se nas Forças Armadas usando a identidade de homem; e Cleonice, de maneira “clandestina”, entrando no combate contra os portugueses, pelo simples e puro sentimento de  amor a pátria.

Através da narrativa, Peixoto consegue levar o leitor aos cenários perfeitamente detalhados da Feira de Santana do século XIX. Utensílios domésticos, vestimentas e outros objetos da época compõem a história de forma bastante natural. A característica linguística do período colonial, marcada pela forte influência dos portugueses, dos negros escravos, e da falta de escolaridade, é outro aspecto evidenciado perfeitamente na obra.

O contexto social é bastante presente em situações que mostram singularidades do coronelismo na época, desde a questão política entre fazendeiros e comerciantes, à relação dos coronéis com seus escravos e “escravas-amantes”. Em sua quinta obra, Peixoto consegue estabelecer uma linha tênue entre ficção e realidade, um dos aspectos mais difíceis de serem alcançados dentro de um processo criativo. E demonstra uma maturidade literária que o consolida como um dos principais escritores baianos na atualidade.


Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe to get the latest posts sent to your email.




Deixe um comentário

Carlos Augusto, diretor do Jornal Grande Bahia.
O Jornal Grande Bahia completa 19 anos de atuação contínua no ambiente digital, consolidando-se como referência do jornalismo independente na Bahia. Fundado em 2007, o veículo construiu uma trajetória marcada por rigor editorial, pluralidade temática e compromisso com a informação pública, aliando tradição jornalística, inovação tecnológica e participação qualificada no debate democrático.
Banner da PMSE: Campanha do São João 2026.
Banner da Jads Foto.
Banner de Lula Fotografia.
Banner da RFI.

Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading