Viva a Noite de Natal

menino-jesusCelebra o nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo, a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo; testemunha que o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória.

Hino 56. Santa estrela que me guia

Santa estrela que me guia

Vós me dê a Santa Luz

Os Três Reis do Oriente

Que visitaram Jesus.

 

Viva Deus lá nas alturas

Viva a Noite de Natal

Viva o dono deste dia

Que nós vamos festejar

 

Já fazem muitos anos

Que meu Jesus nasceu

Vamos todos com alegria

Festejar ao Senhor Deus.

 

Meu Divino Senhor Deus

A Vós eu vou pedir

Vós nos dê o Vosso conforto

Para todos nós seguir.

 

A Sempre Virgem Maria

É quem vem nos ensinar

Para nós cantar com amor

Nesta Noite de Natal.

 

Hino exultante e amoroso, momento de puro êxtase no bailado, de alegria no salão. Costuma-se cantar num tom mais alto, sente-se o empenho de músicos e cantores em caprichar na sua apresentação.

Celebra o nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo, a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo; testemunha que o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória.

Nascido Jesus em Belém de Judéia, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém, dizendo:

— Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo.

E a estrela ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar que estava o menino. Entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, lhe ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra.

Epifania do Senhor, manifestação do Deus vivo. Os Reis trazendo oferendas, simbolizam o mundo reconhecendo que Deus se fez menino, se fez homem, e veio conosco habitar a Terra. O Deus, que cria o universo, vem habitar na fragilidade de uma criança, vem conhecer e viver nossas angústias e medos.

Segundo a tradição, um era negro (africano), o outro branco (europeu) e o terceiro moreno (assírio ou persa) e representavam toda a humanidade conhecida daquela época. Quanto aos nomes dos três, são suposições sem base histórica ou bíblica. Foi Beda, o Venerável (monge inglês, que viveu entre 673 e 735 d.C.), quem deu nome aos magos: Gaspar, Melchior e Baltazar.

Merquior, um homem velho com cabelos brancos e longa barba, ofereceu ouro para o Senhor como a um rei. O segundo, de nome Gaspar, jovem, imberbe e de pele avermelhada, honrou-o como Deus com seu presente de incenso, oferenda digna da divindade. O terceiro, de pele negra e de barba cerrada, chamado Baltazar, com o seu presente de mirra testemunhou o Filho do Homem que deveria morrer.

No hino nº 64 (Eu peço a Jesus Cristo) Mestre Raimundo Irineu Serra designa os Três Reis do Oriente pelos nomes de Titango, Tintuma e Agarrube. E assim são conhecidos na cosmologia daimista. E a estes três seres divinos Deus confiou o poder de zelar pela luz resplandecente da corte celestial.

A Sempre Virgem Maria

É quem vem nos acompanhar

Para nós cantar com amor

Nesta Noite de Natal

Quanta felicidade! É a própria Mãe de Deus que nos acompanha, para nós cantar com amor… nesta Noite de Natal.

O livro virtual (pdf) O Jardim de Belas Flores. O hinário O Cruzeiro Universal do Mestre Raimundo Irineu Serra comentado por Juarez Duarte Bomfim encontra-se disponível em:

http://portalsantodaime.com.br/materia_especifica.php?idmateria=1


Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Facebook
Threads
WhatsApp
Twitter
LinkedIn

Deixe um comentário

Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading

Privacidade e Cookies: O Jornal Grande Bahia usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso deles. Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte: Política de Cookies.