
O calendário eleitoral de 2016 foi deflagrado com a publicação da resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE – Resolução Nº 23.450) que estipulou conjunto de regras para o processo em que estão em disputa os cargos de prefeito e vereador, dos 5570 municípios brasileiros.
O ano eleitoral é pródigo em proporcionar momentos pitorescos e cenas inusitadas. Nesse contexto, situação e oposição aproveitam os festejos momescos para exercitar a crítica e demarca espaço político. Exemplo disso ocorre em Salvador, com a circulação de um áudio em tom de marchinha carnavalesca. Sem citar o nome do prefeito da capital baiana, Antônio Carlos Magalhães Neto (ACM Neto), mas citado a qualidade de ser um homem de baixa estatura, a marchinha narra que o carnaval foi privatizado, que o prefeito quer obrigar o povo a beber o que ele quer, porque isso é bom para os lucros da turma dele. A última estrofe da música lembra que o carnaval pertence ao povo, que é uma festa de rua e uma celebração da democracia.
Confira a ‘Marchinha do baixinho’
O baixinho transformou o carnaval em uma festa privada,
Para sua turminha lucrar,
Ele bebe o que quer,
E quer o povo beba o que ele mandar,
Ele vendeu o carnaval para uma cervejaria.
Mas o carnaval é do povo, a rua é do povo, não é de uma minoria.
Mas o carnaval é do povo, a rua é do povo, é democracia”
Confira o áudio da ‘Marchinha do baixinho’








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