Presidente Dilma Rousseff nomeia ministros para Minas e Energia, Portos, Cidades e Turismo

Marco Antônio Martins Almeida é nomeado ministro das Minas e Energia.
Marco Antônio Martins Almeida é nomeado ministro das Minas e Energia.
Marco Antônio Martins Almeida é nomeado ministro das Minas e Energia.
Marco Antônio Martins Almeida é nomeado ministro das Minas e Energia.

A presidenta Dilma Rousseff exonerou hoje (22/04/20162) os ministros de Minas e Energia, Eduardo Braga, e da Secretaria de Portos, Helder Barbalho, ambos do PMDB. Eles entregaram suas cartas de demissão na última quarta-feira (20), três dias após a Câmara dos Deputados aprovar a abertura do processo de impeachment dela, com amplo apoio da legenda. Ainda na edição de hoje do Diário Oficial da União, Dilma nomeia Marco Antônio Martins Almeida para Minas e Energia e Maurício Muniz Barreto de Carvalho para os Portos. Carvalho ocupava, até então, o cargo de secretário do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Também foram publicadas no Diário Oficial da União as nomeações de Inês da Silva Magalhães para o Ministério das Cidades, no lugar de Gilberto Kassab (PSD), e de Alessandro Golombiewski Teixeira para o Ministério do Turismo, no lugar de Henrique Eduardo Alves (PMDB).

Na semana passada, deixaram o Executivo os ministros da Aviação Civil, Mauro Lopes, e da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, ambos do PMDB. No momento, dos sete integrantes da legenda nomeados ministros, apenas dois permanecem nos cargos: Marcelo Castro, na Saúde, e Kátia Abreu, na Agricultura.

Ainda na edição desta sexta-feira, Dilma torna sem efeito a nomeação de Marcos Antonio Baumgärtner para a o cargo de diretor administrativo da Itaipu Binacional, assim Edésio Franco Passos fica no cargo, pois teve exoneração também sem efeito.

Interinos

Com as recentes saídas de ministros do PMDB e de outros partidos, o governo tem cinco ministros interinos: da Casa Civil, da Integração Nacional, do Esporte, da Secretaria de Aviação Civil, da Ciência, Tecnologia e Inovação.

No fim de março, o Diretório Nacional do PMDB decidiu deixar a base aliada do governo Dilma. A decisão foi anunciada pelo senador Romero Jucá (RR), substituto de Michel Temer, vice-presidente da República, na liderança nacional da legenda.


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