Deputado Alan Sanches diz que saúde pública da Bahia entrará em colapso por falta de pagamentos

Alan Sanches: Somente em três hospitais - Manoel Vitorino, Salvador e CATO - os contratos são da ordem de R$5 milhões ao mês e as empresas hospitalares estão passando o maior sufoco e atrasando compromissos com seus fornecedores.
Alan Sanches: Somente em três hospitais - Manoel Vitorino, Salvador e CATO - os contratos são da ordem de R$5 milhões ao mês e as empresas hospitalares estão passando o maior sufoco e atrasando compromissos com seus fornecedores.

O deputado estadual Alan Sanches (DEM), que é médico por formação, utilizou o grande expediente da tribuna da Assembleia Legislativa da Bahia para apelar que o governo do estado não deixe que a saúde pública, que já enfrenta situação de caos, entre de vez num cenário de colapso. Segundo ele, além de tantos impasses que envolvem o setor, como a redução de 2.126 leitos na rede do SUS entre 2010 e 2015; o fechamento de leitos de UTIs em grandes hospitais; de maternidades referências, que tem levado gestantes a parirem no chão – somente no mês passado foram dois registros pela imprensa -, serviços básicos estão parando e, consequentemente, a regulação, tida como grande apêndice para o funcionamento da saúde, por falta de pagamento aos prestadores de serviços há cinco meses.

“O estado precisa priorizar a saúde e tratá-la como área essencial para a sobrevivência dos baianos. Se falar de crise quando envolve vidas é um retrocesso e o resultado, inevitavelmente, será o colapso com mais vidas ceifadas por falta de gestão”, bradou o deputado, reforçando que: “estão criando factoide e o dever de casa não estão fazendo que é o pagamento dos serviços, dos prestadores e, com isso, muita gente está morrendo por falta de cirurgias e remanejamento por parte da regulação”.  Por fim, Alan Sanches destaca que o governo com sua postura vai acabar inviabilizando a permanência do secretário Fábio Vilas-Boas no cargo.  Os hospitais que participam do Mutirão de Saúde da Regulação realizam cerca de 300 cirurgias mês. “E Somente em três hospitais – Manoel Vitorino, Salvador e CATO – os contratos são da ordem de R$5 milhões ao mês de débito”.


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