
O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA) foi decisivo para que o processo de cassação do mandato do ex-presidente da Câmara e deputado afastado, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), vá a plenário para votação aberta, o que deve ocorrer em agosto. O voto em separado de Aleluia serviu ao relator Max Filho (PSDB-ES) como relatório depois de uma manobra mal sucedida do grupo de Cunha de adiar mais uma vez a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta quinta-feira (14/07/2016).
Com a rejeição da maioria dos membros da CCJ ao parecer do deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF), que pedia que o processo retornasse ao Conselho de Ética, o presidente da Comissão, Osmar Serraglio (PMDB-PR) acatou o nome de Max Filho, indicado pelos adversários de Cunha, como novo relator.
Para evitar que nova manobra postergasse a decisão da Comissão para agosto, Max Filho apresentou como seu relatório o voto em separado de Aleluia que mantinha o resultado do Conselho de Ética pela cassação de Cunha. Ainda durante a sessão, o parlamentar tucano fez a leitura do novo relatório que foi aprovado por 40 votos a 11.
Com esse resultado, o processo se encerra definitivamente na Comissão e segue para o plenário da Câmara, que dará a palavra final sobre a cassação. “A eleição de um novo presidente para a Casa já sinalizou que os tempos mudaram”, disse Aleluia, ao final da sessão, satisfeito em ter colaborado para desatar um nó ao funcionamento da Câmara.
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