
Entre narração de histórias e cantoria, Celo Costa apresenta, no dia 04 de outubro de 2017, às 20h30, o espetáculo “O Velho Homem Rio”, no Teatro Sesc Casa do Comércio, em Salvador. O cantador, multi-instrumentista e compositor traz a riqueza de significados e simbolismos de sua terra natal, o sertão nordestino, para o show inspirado no conto “A terceira margem do rio”, de Guimarães Rosa. Vencedor do Prêmio Caymmi de Música na categoria Show com Melhor Direção Artística, assinada por Jackson Costa, o espetáculo com apresentação única passeia entre as linguagens da música e do teatro.
Sob a direção musical de André Tiganá, canções de Elomar, Dominguinhos, Chico Buarque e Mauro Aguiar dialogam com o repertório autoral de Celo Costa. “Esse projeto traz uma singularidade bem especial, porque vamos contar uma história no meio de um show musical, sob o olhar de um contador de histórias. Então, no palco, serei um cantador, tocador de viola e também um contador dessa história tão profunda, que é ‘A terceira margem do rio. Além da riqueza literária, tem momentos que eu me encontro naquela história”, relata Celo Costa.
Além do baixista André Tiganá, o show conta com os músicos Fábio Cunha, na percussão, e Thiago Mendes, piano e acordeon. Cenário e Figurino são assinados por Zuarte Júnior, que também recebeu indicação ao Prêmio Caymmi na categoria Destaque Técnico. O projeto e operação de luz é de Luciano Reis. A Direção de Produção é de Fátima Falcon; Produção Executiva é de Maurício Corso e Yolanda Nogueira assina a Produção Artística.
Trajetória – Nascido na cidade de Santa Maria da Vitória, localizada no oeste da Bahia e banhada pelo Rio Corrente, Celo Costa encontrou também nas memórias da infância a relação com a arte que apresenta no espetáculo. “Eu me criei na beira de um rio. E o narrador do conto é o filho que fica. É a história de um pai que manda fazer uma canoa para si e passa a viver no meio do rio. Mas quem conta essa história é o filho. Eu me identifico com essa história porque eu fui criança também dentro de uma família e os meus pais se separaram. Eu vi o meu pai, falando de uma maneira metafórica, mandar fazer pra si uma canoa e viver no meio desse rio. É uma memória forte que eu tenho”, conta. Algumas músicas autorais, inclusive, foram compostas no período em que Celo vivia às margens do Rio Corrente.
Agenda
Onde: Teatro Sesc Casa do Comércio
Quando: 04/10/2017 (Quarta-feira)
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