
Nesta terça-feira (30/01/2018), na Estação de Trem da Calçada, em Salvador, durante gravação de matéria pela Rede Bahia, empresa associada à Rede Globo e de propriedade da família do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), membros da comunidade associaram a usurpação da República, redução de direitos sociais, aumento da desigualdade e ataque político-jurídico ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à ação política do líder estadual do Democratas. Em protesto, a multidão grita: “ACM fora!”. Na sequência, conclama o líder trabalhista e ex-presidente da República cantando: “Olê, olê, olá, Lula, Lula!”.
A conjunção política de violação da classe trabalhadora, que resultou em grave retrocesso social para parcela significativa da população brasileira é identificada, na Bahia, com o Neto do deputado do Golpe Civil/Militar de 1964. O vídeo reifica essa constatação.
A elite usurpadora que tomou o poder da República, que viola a Constituição com arbítrios inconstitucionais, passa a sentir o clamor das massas. Observa-se o início de uma grave conflagração social, que ocorre sob os auspícios dos que agem contra a vontade popular, através de recursos jurídicos desprovidos de amparo constitucional.
Uma alerta aos usurpadores. Nenhuma força é capaz de deter as massas quando o sentimento de injustiça e violação se instala e quando elas se veem destituídas dos legítimos líderes que as representa, ensina a história.
O destino da Nação pode ser resolvido pela Democracia, ou através da tomada de Poder pelas massas. As cenas gravadas em vídeo são apenas um exemplo de uma conflagração social de proporções nacionais que se instala com a violação dos direitos civis de Lula, líder popular, cujo governo é associado ao conceito de superação da desigualdade social e progressão da classe trabalhadora.
Uma voz se ergue em meio à multidão, ela surge através silêncio dos oprimidos e excluídos sociais, e se expande até as fronteiras da Nação: liberdade, liberdade, liberdade, queremos Lula presidente!
Liberté, egalité, fraternité — Liberdade, igualdade, fraternidade — foi o lema que conduziu o povo francês a destituir os usurpadores da vontade popular. Muitos morreram, mas a nação foi reconstruída em bases democráticas civilizatórias.
Por fim, é importante lembrar que não é primeira vez na história que o povo baiano lidera e antecipa uma insurreição popular de proporções nacionais.
Confira vídeo
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