
Durante lançamento de dois editais do Programa Bahia Produtiva 2018, no valor de R$ 80 milhões, ocorrido nesta segunda-feira (26/02/2018), no Salão de Atos da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, o governador Rui Costa comentou sobre a Operação Cartão Vermelho, deflagrada pela Polícia Federal (PF), nesta segunda-feira (26). Na avaliação do governador, a ação apresentou elementos políticos, midiáticos e eleitorais. Na sequência, fazendo referência a Rede Bahia, veículo de comunicação cujo prefeito de Salvador é um dos herdeiros, ponderou que a TV dos Magalhães estava desde às 5 horas da manhã, em frente à casa do ex-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner.
Dando sequência ao comentário, Rui Costa foi incisivo em garantir a integridade da conduta de Jaques Wagner, destacando que o conhece há 35 anos. Segundo o governador, o estádio inaugurado na Bahia, durante a Copa do Mundo de 2014, “foi o mais barato construído no Brasil, seja por metro quadrado ou por assento implantado”.
O governador Rui Costa disse, também, que espetáculos midiáticos devem ser revistos pela Justiça. Ele ponderou que todos estão subordinados a Lei, e que as investigações irão comprovar a conduta correta do ex-governador Jaques Wagner.
“A Bahia é exceção à regara nacional. A Bahia é o um dos estados que mais investe em mobilidade e saúde, e o que mais investe em agricultar familiar. Vamos continuar trabalhando com intensidade em benefício do povo”, afirmou Rui Costa.
Vazamento e espetáculo
Colaborado com a tese do governador, de que a ação pode ter elementos políticos e midiáticos, observa-se que a PF apenas divulgou comunicado à imprensa às 06:20 horas, desta segunda-feira (26). Questiona-se: como a TV da família Magalhães estava antes das 06:20 horas em frente à residência do ex-governador Jaques Wagner, no Corredor da Vitória, em Salvador?
O caso
A Operação Cartão Vermelho é uma investigação federal que ocorre no âmbito do Caso Lava Jato. O processo judicial tramita no Tribunal Regional Federal da 1º Região (TRF1). A investigação objetiva analisar contratos realizados entre o Estado da Bahia, durante o Governo Wagner, em 2013, com o Consórcio Fonte Nova Participações (FNP), empresa criada com a união das construtoras Odebrecht e OAS, com a finalidade de executar Parceria Público-Privada (PPP) de serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio Arena Fonte Nova, em Salvador.
Confira vídeo
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