Polícia Federal prende ex-diretor da Dersa em São Paulo; Paulo Vieira de Souza é ligado ao PSDB

Paulo Vieira de Souza, também conhecido como Paulo Preto, é ex-diretor da empresa paulista de infraestrutura rodoviária (DERSA) e é apontado, pela Polícia Federal (PF), como operador do PSDB.
Paulo Vieira de Souza, também conhecido como Paulo Preto, é ex-diretor da empresa paulista de infraestrutura rodoviária (DERSA) e é apontado, pela Polícia Federal (PF), como operador do PSDB.
Paulo Vieira de Souza foi ex-diretor da Dersa e esteve envolvido em grandes obras durante a gestão de José Serra no governo do Estado de São Paulo, e foi também estreitamente ligado a Aloysio Nunes que atuou como chefe da Casa Civil de Serra.
Paulo Vieira de Souza foi ex-diretor da Dersa e esteve envolvido em grandes obras durante a gestão de José Serra no governo do Estado de São Paulo, e foi também estreitamente ligado a Aloysio Nunes que atuou como chefe da Casa Civil de Serra.

A Polícia Federal (PF) prendeu hoje (06/04/2018) preventivamente, em São Paulo, o ex-diretor da Dersa – Desenvolvimento Rodoviário S/A Paulo Vieira de Souza (Paulo Preto), acusado de desvios de recursos na construção do trecho sul do Rodoanel, o prolongamento da Avenida Jacu Pêssego e a ampliação da Marginal Tietê, na capital paulista. Conhecido como Paulo Preto, o ex-diretor atuou em gestões do PSDB no governo paulista.

O mandado de prisão foi executado pela PF em cumprimento a uma decisão da 5ª Vara Criminal Federal no estado, que também expediu mandados contra mais quatro pessoas. Paulo Preto é acusado de desviar em espécie e em imóveis, entre os anos de 2009 e 2011, o total de R$ 7,7 milhões (valores da época).  A PF também cumpriu busca e apreensão na residência do ex-diretor da Dersa.

Os réus respondem pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e inserção de dados falsos em sistema público de informação.

Em nota divulgada quando foi apresentada a denúncia, a defesa alegou que a ação era “contrária à própria conclusão da auditoria e das investigações internas, que inocentaram Paulo Vieira de Souza de qualquer ato ilícito ou favorecimento a quem quer que seja. Igualmente, a denúncia não se ampara nos elementos informativos colhidos no inquérito policial, que mostraram que ele não cometeu qualquer crime”.


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