Conta de energia elétrica terá bandeira tarifária mais cara em junho de 2018, diz Governo Temer; persiste saque à Nação

Vista da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Orçamento das famílias brasileiras é sacrificado, em decorrência do descontrole orçamentário do Governo Temer. Estado paga elevado salário à plutocratas.
Vista da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Orçamento das famílias brasileiras é sacrificado, em decorrência do descontrole orçamentário do Governo Temer. Estado paga elevado salário à plutocratas.
Vista da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Orçamento das famílias brasileiras é sacrificado, em decorrência do descontrole orçamentário do Governo Temer. Estado paga elevado salário à plutocratas.
Vista da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Orçamento das famílias brasileiras é sacrificado, em decorrência do descontrole orçamentário do Governo Temer. Estado paga elevado salário à plutocratas.

As contas de luz em junho terão bandeira tarifária vermelha no patamar 2, o maior patamar entre as faixas tarifárias. Com isso, haverá cobrança extra nas contas de luz de R$ 5,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A cobrança da nova bandeira foi anunciada nesta sexta-feira (25/05/2018) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

De acordo com a Aneel, a decisão foi tomada em razão do fim do período chuvoso e a redução no volume dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, há a necessidade de usar energia produzida pelas usinas termelétricas, que têm maior custo de produção.

“Com o fim do período úmido, os reservatórios do Sul apresentaram redução de volume provocando o aumento do risco hidrológico (GSF) e o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD). Além disso, a previsão de chuvas é baixa quando comparada à média histórica. O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada”, disse a agência.

Em maio, vigorou a bandeira tarifária amarela, em que há adicional de R$ 1 na conta de energia do consumidor a cada 100 kWh consumidos. Nos quatro primeiros meses dos ano, vigorou a bandeira verde, em que não há cobrança extra na conta de luz.

Na terça-feira (22), o presidente da Aneel, Romeu Rufino chegou a afirmar que a tendência era de manutenção da bandeira amarela. Segundo Rufino não houve alterações relevantes nas condições que levaram a agência a adotar a bandeira amarela agora em maio.

Sistema

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde, amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. No patamar 1, o adicional nas contas de luz é de R$ 3,00 a cada 100 kWh; já no 2, o valor extra sobe para R$ 5,00.

Com a adoção da bandeira vermelha, a Aneel aconselha os consumidores a adotar hábitos que contribuam para a economia de energia, como tomar banhos mais curtos utilizando o chuveiro elétrico, não deixar a porta da geladeira aberta e não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado, entre outros.

*Com informações da Agência Brasil.


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