“Ministra do Veneno” de Jair Bolsonaro atuou em prol de financiadores

Tereza Cristina e Jair Bolsonaro.
Tereza Cristina e Jair Bolsonaro.
Tereza Cristina e Jair Bolsonaro.
Tereza Cristina e Jair Bolsonaro.

Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta a indicação da deputada Tereza Cristina (DEM) para o Ministério da Agricultura. Ela foi indicada pela bancada ruralista que tanto o apoiou durante as eleições.

Presidente da Frente Parlamentar Agropecuária, a futura ministra é grande defensora dos interesses grandes do agronegócio, como o PL dos Agrotóxicos – atuação que lhe rendeu o apelido de Musa do Veneno. E o setor retribui o apoio em dinheiro.

Nas eleições de 2014, ela recebeu mais de R$ 4 milhões de empresas e figurões ligados ao agronegócio, conforme levantamento do site De Olho nos Ruralistas.A campanha foi a mais cara entre os deputados eleitos naquele ano pelo Mato Grosso do Sul.

Ela também costuma e atacar políticas favoráveis aos povos indígenas, movimentos pela terra e pequenos produtores rurais. Votou a favor da MP da Grilagem e para acabar com o aviso nos alimentos transgênicos. Tereza Cristina pediu ao ministro da Justiça que suspendesse a demarcação de terras. Tudo a ver com o presidente que prometeu “nem um centímetro a mais” para terras indígenas e quilombolas.

Também disse sim à terceirização, reforma trabalhista e para a PEC do Teto.

O patrimônio de Tereza Cristina cresceu quase 500 vezes desde seu primeiro mandato, segundo ela mesma declarou ao TSE. De pouco mais de R$ 10 mil em 2014 para 5 milhões neste ano. Ela também é dona de 5.600 hectares de terras no Mato Grosso do Sul, o equivalente a 7.800 campos de futebol.


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