31ª CIPM palestra sobre violência de gênero no Bairro de Valéria, em Salvador

Lei Maria da Penha foi discutida pela 31ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), com estudantes do Colégio Estadual Dinah Gonçalves, localizado no Bairro de Valéria.
Lei Maria da Penha foi discutida pela 31ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), com estudantes do Colégio Estadual Dinah Gonçalves, localizado no Bairro de Valéria.
Lei Maria da Penha foi discutida pela 31ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM),  com estudantes do Colégio Estadual Dinah Gonçalves, localizado no Bairro de Valéria.
Lei Maria da Penha foi discutida pela 31ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), com estudantes do Colégio Estadual Dinah Gonçalves, localizado no Bairro de Valéria.

A Lei Maria da Penha foi discutida pela 31ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), na noite de quinta-feira (25/04/2019), com estudantes do Colégio Estadual Dinah Gonçalves, localizado no Bairro de Valéria. A ação faz parte do ciclo de palestras de atividades preventivas no ambiente escolar.

Os diferentes tipos de agressão, modalidades criminosas e medidas protetivas foram debatidos neste encontro. Esta foi a primeira de 18 fases que vão se estender até o dia 30 de maio e beneficiarão, especificamente, o público do ensino médio das escolas da comunidade de Valéria, Fazenda Couros III e Palestina.

O objetivo é potencializar a aplicação dos novos soldados no policiamento ostensivo a pé, impulsionar a aproximação entre população e PM, além de passar informações sobre a legislação.

O comandante da 31ª CIPM, major Elson Pereira, ressaltou a importância de viabilizar temas como esse. “Sem dúvidas é um meio de aproximação que a gente passa a ter com a sociedade. Estimula as ações de polícia comunitária, levando informações e, dessa forma os militares não só operam no campo físico, mas também na mente das pessoas. Isso também significa prevenção em Segurança Pública”, enfatizou o oficial.

Nos próximos encontros serão abordados tópicos como: cidadania, resistência às drogas, nas escolas que não foram acolhidas pelo Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), e Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Atividades como passeios dos estudantes em unidades especializadas estão na programação.

*Com informações da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP Bahia).


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