‘Já passei noites sem dormir e já chorei’, diz presidente Jair Bolsonaro sobre presidência da República; Governante é inepto para o cargo

Nesta quinta-feira, 30 de maio de 2019, mais uma vez as ruas se agitaram em manifestação crítica ao governo Bolsonaro. Foram 208 cidades de 26 estados e mais 10 países levando mais de 1,8 milhão de pessoas às ruas. Mobilizada especialmente por estudantes e educadores atingidos pelos cortes na Educação, a pauta se multiplicou nas ruas.
Nesta quinta-feira, 30 de maio de 2019, mais uma vez as ruas se agitaram em manifestação crítica ao governo Bolsonaro. Foram 208 cidades de 26 estados e mais 10 países levando mais de 1,8 milhão de pessoas às ruas. Mobilizada especialmente por estudantes e educadores atingidos pelos cortes na Educação, a pauta se multiplicou nas ruas.
Nesta quinta-feira, 30 de maio de 2019, mais uma vez as ruas se agitaram em manifestação crítica ao governo Bolsonaro. Foram 208 cidades de 26 estados e mais 10 países levando mais de 1,8 milhão de pessoas às ruas. Mobilizada especialmente por estudantes e educadores atingidos pelos cortes na Educação, a pauta se multiplicou nas ruas.
Nesta quinta-feira, 30 de maio de 2019, mais uma vez as ruas se agitaram em manifestação crítica ao governo Bolsonaro. Foram 208 cidades de 26 estados e mais 10 países levando mais de 1,8 milhão de pessoas às ruas. Mobilizada especialmente por estudantes e educadores atingidos pelos cortes na Educação, a pauta se multiplicou nas ruas.

O presidente Jair Bolsonaro desabafou e disse que já chorou e que sente angustiado. A declaração foi dada durante uma entrevista à revista Veja, publicada na manhã desta sexta-feira (31/05/2019).

“Já passei noites sem dormir, já chorei pra caramba também. Angústia, né? Tá faltando o mínimo de patriotismo para algumas pessoas que decidem o futuro do Brasil”, contou. “Imaginava que ia ser difícil, mas não tão difícil assim. Essa cadeira aqui é como se fosse criptonita para o Super-Homem. Mas é uma missão”.

Em outro trecho da entrevista à revista, Bolsonaro denunciou que sofre com “sabotagens” dentro do próprio governo, com políticos inexperientes e ministérios aparelhados.

“É uma luta de poder. Há sabotagens às vezes de onde você nem imagina. No Ministério da Defesa, por exemplo, colocamos militares nos postos de comando. Antes, o ministério estava aparelhado por civis. Havia lá uma mulher em cargo de comando que era esposa do 02 do MST. Tinha ex-deputada do PT, gente de esquerda… Pode isso? Mas o aparelhamento mais forte mesmo é no Ministério da Educação”. Denunciou o presidente.

Bolsonaro comentou também as denúncias contra o seu filho, Flávio Bolsonaro. Acusado de desviar salários de servidores quando era deputado estadual.

Sobre Fabrício Queiroz, ex-funcionário de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), amigo pessoal do presidente desde pelo menos 1984 e acusado de ter feito movimentações financeiras suspeitas incompatíveis com seu patrimônio.

Durante a entrevista, Bolsonaro disse que está “chateado” com Queiroz e que “realmente tem dinheiro de funcionário na conta dele”.

“Pode ter coisa errada? Pode, não estou dizendo que tem. Mas tem o superdimensionamento porque sou eu, porque é meu filho. Ninguém mais do que eu quer a solução desse caso o mais rápido possível”, disse Bolsonaro.

O presidente também diz não ser contra os estudos nas escolas sobre Che Guevara e a Revolução Cubana, mas também que se conte a história de Carlos Alberto Brilhante Ustra, torturador reconhecido pela Justiça.

*Com informações da Agência Sputnik Brasil.


Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Facebook
Threads
WhatsApp
Twitter
LinkedIn

Discover more from Jornal Grande Bahia (JGB)

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading

Privacidade e Cookies: O Jornal Grande Bahia usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso deles. Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte: Política de Cookies.