Deputado Paulo Azi critica Governo da Bahia após divulgação de balanço do Tesouro

Paulo Azi: Ao invés de ficar acusando seus adversários de perseguição, Rui Costa deveria se preocupar em organizar as finanças do estado para que ele possa voltar a ter capacidade de honrar os seus compromissos.
Paulo Azi: Ao invés de ficar acusando seus adversários de perseguição, Rui Costa deveria se preocupar em organizar as finanças do estado para que ele possa voltar a ter capacidade de honrar os seus compromissos.
Paulo Azi: Ao invés de ficar acusando seus adversários de perseguição, Rui Costa deveria se preocupar em organizar as finanças do estado para que ele possa voltar a ter capacidade de honrar os seus compromissos.
Paulo Azi: Ao invés de ficar acusando seus adversários de perseguição, Rui Costa deveria se preocupar em organizar as finanças do estado para que ele possa voltar a ter capacidade de honrar os seus compromissos.

O deputado federal Paulo Azi (DEM), presidente estadual do DEM, lamentou a manutenção da Bahia no rol dos estados considerados maus pagadores pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e criticou o governador Rui Costa (PT) por não tomar medidas para reverter o quadro. De acordo com a edição de 2019 do “Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais”, divulgada nesta quarta-feira (13/08/2019), a Bahia manteve a classificação “C” da capacidade de pagamento (Capag), o que proíbe o estado de contrair empréstimos com garantia da União.

“Ao invés de ficar acusando seus adversários de perseguição, Rui Costa deveria se preocupar em organizar as finanças do estado para que ele possa voltar a ter capacidade de honrar os seus compromissos e contrair novos empréstimos. É mais uma prova de que a fama de bom gestor de Rui só existe na propaganda do governo”, afirma do deputado.

Azi alerta que auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) identificaram, no exame das contas de 2018, graves pedaladas feitas por Rui. Segundo o relatório, o governador usou recursos de convênios para o pagamento de outras despesas. Sem esta irregularidade, as contas teriam fechado com déficit de R$ 2 bilhões.

O deputado ressalta que a “má gestão” de Rui se reflete não apenas nas finanças, mas principalmente na prestação dos serviços públicos essenciais. “Não à toa a Bahia tem o pior ensino médio do país, o maior número de homicídios, a maior taxa de desemprego. Uma estado que não consegue se organizar financeiramente não consegue prestar um bom serviço. Assim é o desgoverno de Rui”, critica.


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