
Em matéria publicada nesta sexta-feira (13/09/2019) por Athos Moura, na coluna de Lauro Jardim do Jornal O Globo, afirma que “até na maçonaria progressistas e conservadores se enfrentam’.
O grupo ‘Maçons Progressistas do Brasil’ divulgou no site da instituição uma nota contra a corrupção desvelada na atuação de procuradores da República, membros da força-tarefa do Caso Lava Jato. No documento, os Maçons Progressistas pedem a prisão de Sergio Moro, Deltan Dallagnol e dos “demais agentes implicados com a gangue da Lava Jato”:
— A prisão preventiva do Moro, Dallagnol e dos demais agentes implicados com a gangue da Lava Jato é um imperativo ético e é, também, uma urgência democrática.
Em resposta, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) afirmou que o grupo não é uma organização maçônica regular. E respondeu:
— Fica nítido que o referido grupo ou qualquer outro grupo semelhante não tem legitimidade para pronunciar-se como Maçonaria, ou mesmo como uma entidade maçônica, ficando externado e registrado aqui nosso repúdio pelo uso indevido do bom nome da sublime instituição maçônica com fins ideológicos, o que contraria nossos princípios básicos.
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