Lula define Fernando Haddad como pré-candidato à presidente da República pelo PT nas Eleições 2022

Em 14 de novembro de 2019, em Salvadeor, ex-presidente Lula participa de reunião com os governadores Rui Costa, Bahia; Fátima Bezerra, Rio Grande do Norte; e Wellington Dias, Piauí para debater os desafios para a região, na companhia de Fernando Haddad, da presidenta do PT, Gleisi Hoffmann e do senador Jaques Wagner.
Fernando Haddad (último da direita), ao lado de lideranças nacionais do PT, tem nome definido por Lula para disputar presidência da República em 2022.

O ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo e ex-candidato Fernando Haddad disse que recebeu orientação de Luiz Inácio Lula da Silva a “rodar o País” e se apresentar como potencial candidato do PT à presidência da República em 2022, caso ex-presidente não restitua os direitos políticos.

“Ele (Lula) me chamou para uma conversa no último sábado e disse que não temos mais tempo para esperar”, disse Haddad em entrevista ao site Brasil 247 na noite desta quinta-feira, 4. “Ele me pediu para colocar o bloco na rua e eu aceitei.”.

Lula está inelegível pela Lei da Ficha Limpa por causa de duas condenações penais, nos casos do triplex do Guarujá e do sítio de Atibaia, ambos em São Paulo. A defesa do petista, porém, aguarda o julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), que vai decidir se o ex-juiz Sérgio Moro agiu com parcialidade nos casos – o que, em tese, pode levar à anulação das condenações e restabelecimento dos direitos políticos do ex-presidente.

A pressão sobre a atuação de Moro ganhou força nesta semana. Na segunda-feira, o ministro do Supremo Ricardo Lewandowski derrubou o sigilo da ação em que garantiu à defesa de Lula acesso à íntegra do material apreendido na Operação Spoofing – que investiga a invasão a celulares de autoridades, entre elas Moro e procuradores da Lava Jato. O material reúne trocas de mensagens entre o ex-juiz e os procuradores, entre eles o ex-coordenador da força-tarefa Deltan Dallagnol, e reforça os argumentos da defesa de Lula de que a atuação de Moro nos casos relacionados ao petista foi parcial.

Haddad relatou que Lula avalia haver pouco tempo hábil para aguardar a decisão do Supremo, e que é necessário debater os problemas do País. “Lula recuperando os direitos políticos, evidentemente que a discussão fica de outro nível”, disse ontem Haddad à CNN Brasil.

O petista afirmou que pretende fazer agendas nos finais de semana. As viagens têm objetivo de aumentar o grau de conhecimento junto aos eleitores. O ex-ministro concorreu à Presidência em 2018 e foi para o segundo turno com Jair Bolsonaro – derrotado, o petista obteve pouco mais de 47 milhões de votos (44,7% dos votos válidos). Procurado pelo Estadão, Haddad não quis comentar.

Boulos critica movimento feito pelo PT

Candidato do PSOL à Presidência em 2018, Guilherme Boulos criticou o movimento feito pelo PT. Em mensagem publicada no Twitter, Boulos disse que, antes de se pensar em nomes, é necessário definir um projeto como alternativa à tentativa de reeleição de Bolsonaro. “Defendo que a esquerda busque unidade pra enfrentar Bolsonaro. Para isso, antes de lançar nomes, devemos discutir projeto

disse que recebeu orientação de Luiz Inácio Lula da Silva a “rodar o País” e se apresentar como potencial candidato do PT à Presidência em 2022, caso ex-presidente não restitua seus direitos políticos.

“Ele (Lula) me chamou para uma conversa no último sábado e disse que não temos mais tempo para esperar”, disse Haddad em entrevista ao site Brasil 247 na noite desta quinta-feira, 4. “Ele me pediu para colocar o bloco na rua e eu aceitei.”

Lula está inelegível pela Lei da Ficha Limpa por causa de duas condenações penais, nos casos do triplex do Guarujá e do sítio de Atibaia, ambos em São Paulo. A defesa do petista, porém, aguarda o julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), que vai decidir se o ex-juiz Sérgio Moro agiu com parcialidade nos casos – o que, em tese, pode levar à anulação das condenações e restabelecimento dos direitos políticos do ex-presidente.

A pressão sobre a atuação de Moro ganhou força nesta semana. Na segunda-feira, o ministro do Supremo Ricardo Lewandowski derrubou o sigilo da ação em que garantiu à defesa de Lula acesso à íntegra do material apreendido na Operação Spoofing – que investiga a invasão a celulares de autoridades, entre elas Moro e procuradores da Lava Jato. O material reúne trocas de mensagens entre o ex-juiz e os procuradores, entre eles o ex-coordenador da força-tarefa Deltan Dallagnol, e reforça os argumentos da defesa de Lula de que a atuação de Moro nos casos relacionados ao petista foi parcial.

Haddad relatou que Lula avalia haver pouco tempo hábil para aguardar a decisão do Supremo, e que é necessário debater os problemas do País. “Lula recuperando os direitos políticos, evidentemente que a discussão fica de outro nível”, disse ontem Haddad à CNN Brasil.

O petista afirmou que pretende fazer agendas nos finais de semana. As viagens têm objetivo de aumentar o grau de conhecimento junto aos eleitores. O ex-ministro concorreu à Presidência em 2018 e foi para o segundo turno com Jair Bolsonaro – derrotado, o petista obteve pouco mais de 47 milhões de votos (44,7% dos votos válidos). Procurado pelo Estadão, Haddad não quis comentar.

*Com informações do Estadão e da CNN Brasil.

 


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