Força-tarefa do Caso Lava Jato sonegou prova de inocência do ex-presidente Lula no caso do triplex; Evidências de formação de espécie de ‘Sindicato do Crime’ no MPF precisa ser apurada

Mensagens trocadas entre membros da força-tarefa do Caso Lava Jato evidenciam formação de espécie de 'Sindicato do Crime' no MPF e precisa ser apurado. O material foi suprimido porque, segundo os procuradores, o “diálogo pode encaixar na tese do Lula de que não quis o apartamento, pode ser ruim para nós”. Os novos diálogos também revelam um plano premeditado de perseguir, incriminar e afastar Lula das eleições de 2018.
Mensagens trocadas entre membros da força-tarefa do Caso Lava Jato evidenciam formação de espécie de 'Sindicato do Crime' no MPF e precisa ser apurado. O material foi suprimido porque, segundo os procuradores, o “diálogo pode encaixar na tese do Lula de que não quis o apartamento, pode ser ruim para nós”. Os novos diálogos também revelam um plano premeditado de perseguir, incriminar e afastar Lula das eleições de 2018.

Em nova petição encaminhada ao STF, nesta segunda-feira (01/03/2021), a defesa do ex-presidente Lula traz diálogos que compõem um verdadeiro manual do lawfare, hoje denunciado internacionalmente.

As novas mensagens mostram que a “ lava jato” organizou um “plano Lula” para tentar superar a ausência de qualquer prova de culpa com ações que pudessem render ataques midiáticos.

Entre as novas evidências que confirmam a inquestionável suspeição do juiz Sergio Moro e dos procuradores da Lava Jato estão ocultação de provas de inocência de Lula, pressão sobre testemunhas, divulgação de acusações falsas para abalar o acusado e promoção de denúncias simultâneas para ocupar a defesa e “bater em Lula”.

Ocultação de provas

Das novas mensagens que vieram à tona com a Operação Spoofing, a mais grave é a exclusão de interceptação telefônica de uma funcionária da empresa OAS porque, segundo os procuradores, continha prova da inocência de Lula.

O material foi suprimido do processo da “lava jato” porque, segundo os procuradores, o “DIÁLOGO PODE ENCAIXAR NA TESE DO LULA DE QUE NÃO QUIS O APARTAMENTO. PODE SER RUIM PARA NÓS”.

Mariuza Aparecida Marques era funcionária da OAS e foi convocada pelo MPF como testemunha de acusação no processo do tríplex.

Guantánamo de Curitiba

Os diálogos também mostram a pressão dos procuradores da “lava jato” sobre a empreiteira OAS, com objetivo de forçá-la a voltar à mesa de negociação de uma delação premiada.

Para os procuradores, a colaboração de Leo Pinheiro, que presidiu a empresa, era essencial para embasar a condenação de Lula no caso do triplex de Guarujá.

“A OAS tem que mijar sangue‘, diz um dos procuradores em um dos diálogos da Lava Jato, expondo mais uma vez o comportamento da “lava jato”, que agiu como uma espécie de “Guantánamo” de Curitiba.

Na conversa, o procurador Diogo (provavelmente Diogo Castor de Mattos) reclama de reportagens que estariam “querendo jogar a sociedade contra a ‘lava jato’. E distorcendo tudo”, diz. O interlocutor não identificado, então, responde que “essa reportagem só me convence de que a OAS tem que mijar sangue para voltar para mesa”.

A postura dos procuradores seguia a orientação de “bater, bater e bater” em investigados com objetivo de obrigá-los a confirmar as teses da operação.

A delação de Leo Pinheiro acabou sendo peça chave para embasar a condenação de Lula no caso do triplex do Guarujá.

Mais uma vez, os diálogos demonstram a existência de um plano premeditado de perseguir, incriminar Lula sem provas e afastá-lo das eleições de 2018.

Baixe

Advogados do ex-presidente Lula apresentam evidências da existência de uma espécie de ‘Sindicado do Crime’, na atuação da força-tarefa do Caso Lava Jato


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