Na ONU, presidente Jair Bolsonaro destaca atuação do Brasil para construção da paz

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, discursa na 74ª sessão da Assembleia Geral em Nova Iorque.
Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, discursa na 74ª sessão da Assembleia Geral em Nova Iorque.

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, foi o primeiro chefe de Estado e governo a discursar no Debate Geral da 77ª sessão da Assembleia Geral nesta terça-feira (20/09/2022), seguindo a tradição de abertura do principal evento das Nações Unidas.

Bolsonaro elogiou o tema escolhido pelo presidente da Assembleia Geral para o encontro deste ano: “Um momento decisivo: soluções transformadoras para desafios interligados”.

Respostas coletivas

Segundo o presidente brasileiro, os desafios globais são um “divisor de águas” e faz parte da responsabilidade coletiva construir respostas. “Não é uma tarefa simples, mas não temos alternativa”, afirmou.

Para o presidente do Brasil, o esforço deve começar pelas políticas internas de cada país. Ele lembrou os esforços conjuntos feitos no país durante a fase crítica da pandemia de Covid-19.

O chefe de Estado também citou a questão energética no país, ressaltando que 84% da matriz elétrica do Brasil é renovável. Ele ainda lembrou que a guerra na Ucrânia tem feito muitos países recorrer a fontes sujas de energia, o que classificou de “grave retrocesso para o meio ambiente”.

Guerra na Ucrânia

O presidente do Brasil destacou que o país defende um imediato cessar-fogo na Ucrânia, bem como a proteção de civis e preservação de infraestrutura crítica para assistência à população.

Bolsonaro destacou os esforços para uma solução negociada da guerra, citando a décima primeira participação do país como membro não-permanente no Conselho de Segurança.

Ele criticou as sanções como forma de lidar com o conflito, afirmando que as medidas “prejudicam a retomada da economia e afetam direitos humanos de populações vulneráveis”.

Atuação global

O presidente do Brasil também lembrou da atuação do país no recebimento de refugiados venezuelanos, com a Operação Acolhida, iniciativa que conta com o apoio do Escritório da ONU para Refugiados, Acnur.

Bolsonaro citou a participação do Exército brasileiro em missões de paz, que teve lideranças nas operações de Suez, Angola, Haiti e Líbano.

O general brasileiro Marcos de Sá Affonso da Costa é comandante da Missão da ONU na República Democrática do Congo, Monusco.

No mês passado, o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz foi escolhido pelas Nações Unidas para liderar uma missão de apuração dos fatos na Ucrânia.

*Com informações da ONU News.


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