A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP) deu início à fase de prova de conceito das bodycams, câmeras corporais, em parceria com a empresa que ficou em segundo lugar na licitação para fornecimento desses equipamentos. A avaliação detalhada está sendo conduzida pela Superintendência de Gestão Tecnológica e Organizacional (SGTO) no Centro de Operações e Inteligência (COI), com o suporte da Superintendência de Telecomunicações (Stelecom). A análise continua na próxima semana, com o objetivo de assegurar que as especificações técnicas do equipamento atendam plenamente às demandas determinadas no edital, incluindo resistência a condições adversas e qualidade de áudio e vídeo.
A Prova de Conceito é uma etapa crucial para a adoção de novas tecnologias, permitindo testar a viabilidade e eficácia das bodycams no contexto das operações de segurança pública. O uso dessas câmeras em policiais e agentes de segurança tem o potencial de trazer uma série de benefícios, como a coleta de evidências em tempo real, maior transparência nas ações policiais e aumento da confiança da comunidade.
As bodycams, que são câmeras acopladas ao uniforme dos agentes, têm sido adotadas por várias forças policiais ao redor do mundo como uma ferramenta para documentar interações com o público, registrar incidentes e fornecer evidências em investigações criminais. Além disso, elas também podem auxiliar na formação de agentes e na avaliação de situações de risco.
Segundo o Major Jurandilson Nascimento, diretor de Videomonitoramento da SGTO, a avaliação abrange diversos aspectos técnicos e operacionais do equipamento, desde sua resistência a elementos como água e poeira, até a qualidade de áudio e vídeo, armazenamento e usabilidade no contexto das atividades dos profissionais da Segurança Pública.
A adoção das bodycams alinha-se com uma tendência global de utilização de tecnologias de vigilância e monitoramento para aprimorar a atuação das forças policiais e garantir a transparência e responsabilização em suas ações. A implementação bem-sucedida desses dispositivos pode representar um avanço significativo na modernização das práticas de segurança pública, promovendo uma maior confiança entre a polícia e a comunidade que serve.











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