O prefeito de Salvador, Bruno Reis, anunciou um reajuste na tarifa de ônibus da cidade, que passará a custar R$ 5,20 a partir de segunda-feira (13/11/2023). A medida, justificada pelo aumento no preço do diesel, enfrenta resistência de diversos setores da sociedade, que acusam a gestão de desvalorizar o transporte público e negligenciar melhorias na infraestrutura e na qualidade do serviço.
Entre as críticas, destaca-se a falta de integração tarifária entre os diferentes modais de transporte, a precariedade do BRT e do metrô, a deterioração dos ônibus e a falta de planejamento nas concessões das rodoviárias e vias urbanas. O prefeito, por sua vez, tem sido criticado por transferir responsabilidades para outras áreas da gestão municipal, alegando falta de recursos.
O deputado Robinson Almeida, líder da Federação Brasil da Esperança na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA), expressou sua desaprovação nas redes sociais, destacando a especialização do prefeito em transferir responsabilidades. Almeida questiona a falta de creches, a precariedade na atenção básica de saúde e a liderança de Salvador no desemprego, enquanto o prefeito opta por reajustar a tarifa de ônibus.
Além disso, Almeida critica o projeto do BRT em Salvador, inicialmente apresentado como inovador e sustentável, mas que se tornou, segundo o deputado, um “desastre” devido à falta de planejamento, corrupção e má gestão.
Diante desses argumentos, Almeida defende uma mudança no modelo de governo, propondo uma gestão participativa e democrática, pautada no diálogo com os diversos segmentos sociais e na defesa dos direitos dos cidadãos.









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