A 48ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) concentrou esforços na Ero Brasil Caraíba, em Jaguarari, com o intuito de avaliar a atividade sísmica na região. A instalação de um sismógrafo em setembro revelou 2.620 tremores em 40 dias, levantando preocupações e questionamentos sobre as operações da empresa. O pesquisador Eduardo Menezes, com vasta experiência na área, destacou a necessidade de compreender a origem desses eventos, enquanto Osny Bonfim, da Defesa Civil, cobrou relatórios detalhados da barragem e planos de emergência.
Além da análise sísmica, as equipes abordaram questões de segurança e acidentes de trabalho na Ero Brasil Caraíba, onde ocorreram acidentes fatais nos últimos anos. O procurador Illan Fonseca, do Ministério Público do Trabalho, exigiu a redução desses índices e destacou a importância da colaboração entre órgãos fiscalizadores e a empresa para prevenir acidentes.
A FPI contou com a participação de órgãos como Ministério Público do Trabalho, CREA-BA, Agência Nacional de Mineração, Polícia Federal, entre outros, para abordar aspectos que vão desde a segurança do trabalho até a análise sísmica na região.











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