Parceria entre IFBA e Estácio Bahia apresenta resultados promissores na utilização de microprocessadores no aprendizado, afirmou professor Ridis Pereira Ribeiro

Professor Ridis Pereira Ribeiro destaca os resultados promissores da parceria entre IFBA e Estácio Bahia na utilização de microprocessadores no aprendizado.
Professor Ridis Pereira Ribeiro destaca os resultados promissores da parceria entre IFBA e Estácio Bahia na utilização de microprocessadores no aprendizado.

Na quarta-feira (08/11/2023), uma colaboração inovadora entre o Grupo de Pesquisa RGEAR do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) Campus Lauro de Freitas e a Estácio Bahia Campus Gilberto Gil revelou uma abordagem revolucionária para o ensino básico: a integração de microprocessadores como ferramenta educacional. Sob a liderança do Professor Ridis Pereira Ribeiro, a disciplina de microprocessadores do curso de Engenharia Elétrica apresentou quatro projetos que destacaram o potencial do Arduino, uma plataforma de prototipagem baseada no microcontrolador Atmega 328P. A iniciativa não apenas envolveu alunos dos cursos Técnico em Sistemas de Energia Renovável, nas formas Integrada e Concomitante, mas também atraiu a atenção de professores do IFBA Lauro de Freitas.

Os trabalhos desenvolvidos proporcionaram uma experiência prática e inovadora, explorando as aplicações educacionais do Arduino no contexto do ensino básico. Os resultados não só evidenciaram a eficácia dessa abordagem, mas também ressaltaram a capacidade de envolver os alunos de forma mais dinâmica e participativa.

O evento, que contou com a presença do público composto por alunos dos cursos técnicos e professores do IFBA Lauro de Freitas, demonstrou como o Arduino pode ser uma ferramenta poderosa para estimular o interesse dos estudantes pela ciência e tecnologia, desenvolvendo habilidades cruciais para o século XXI.

Crescente interesse na tecnologia Arduino 

Uma pesquisa publicada no periódico “Journal of Engineering Education” destaca o crescente interesse em incorporar tecnologias como o Arduino no ensino de engenharia.

O estudo, conduzido em instituições de ensino superior, ressalta a eficácia dessas plataformas de prototipagem no desenvolvimento de habilidades práticas e na promoção de uma abordagem mais hands-on no aprendizado.

Os resultados da pesquisa indicam que a utilização de microprocessadores no ensino não apenas melhora a compreensão dos conceitos teóricos, mas também prepara os estudantes para desafios práticos no campo da Engenharia. Essa abordagem inovadora, como evidenciada pelo evento recente do IFBA e Estácio Bahia, parece corroborar as descobertas dessa pesquisa, sinalizando um caminho promissor para a educação técnica e científica.

Arduino

O Arduino é uma plataforma eletrônica open source, que tem como objetivo integrar hardware e software de maneira fácil, permitindo que pessoas com pouco conhecimento na área possam desenvolver suas habilidades e aprendizado de maneira mais simples, aprendendo a eletrônica básica e programação1. O Arduino é composto por um microcontrolador chamado Atmega 328P, que pode ser programado em diferentes linguagens, como C, C++, Python e Java.

O uso do Arduino na educação é uma excelente estratégia para que os estudantes possam aprender, na prática, os conceitos abstratos que ouvem falar nas disciplinas convencionais. Esta é a base da cultura maker nas escolas: transformar os alunos em protagonistas do próprio conhecimento que colocam em prática aquilo que aprendem nas salas de aula.


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