Em uma sessão realizada nesta segunda-feira (25/03/2024), o Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou uma resolução que exige um cessar-fogo humanitário imediato na Faixa de Gaza durante o período do Ramadã. A decisão, que visa facilitar uma pausa no conflito que assola a região, teve o apoio de 14 dos 15 membros do Conselho, com a notável abstenção dos Estados Unidos.
A proposta, apresentada pelo embaixador de Moçambique, Pedro Comissário, foi apoiada por um coletivo de 10 Estados-membros eleitos, incluindo Argélia, Guiana, Malta, Serra Leoa, Eslovênia e Suíça. A resolução destaca a grave situação humanitária em Gaza e a necessidade de uma trégua que possa levar a um cessar-fogo duradouro e sustentável.
O texto da resolução enfatiza a importância da libertação imediata de todos os reféns e a garantia de acesso humanitário para atender às necessidades médicas e outras necessidades humanitárias. Além disso, reitera a urgência de eliminar barreiras à assistência humanitária e reforçar a proteção dos civis.
Esta resolução sucede uma votação anterior na sexta-feira, onde Rússia, China e Argélia se opuseram a uma proposta dos Estados Unidos para um cessar-fogo imediato e sustentado. A nova proposta, contudo, recebeu o apoio desses países e do Grupo Árabe, indicando um movimento em direção à unidade e urgência na busca pela paz.








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