Uma fonte próxima às investigações do recente ataque ao Crocus City Hall, que abalou a Rússia, revelou à Sputnik que os responsáveis pelo atentado foram recrutados por membros de um grupo extremista afegão por meio de uma rede social. De acordo com essa fonte, os terroristas envolvidos foram recrutados através de um canal do Telegram vinculado ao Estado Islâmico-Khorasan (EI-K), um braço do Daesh operando no Afeganistão e Paquistão.
O incidente, que ocorreu na última sexta-feira (22/03/2024) no Crocus City Hall, em Moscou, envolveu um tiroteio seguido de um incêndio. Testemunhas relataram que homens armados invadiram o teatro, disparando contra as pessoas e lançando bombas, resultando em um elevado número de vítimas. As autoridades confirmaram 143 mortos e aproximadamente 180 feridos, com 11 pessoas envolvidas no ataque já detidas, incluindo os quatro agressores.
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que o ataque foi perpetrado por grupos terroristas islâmicos, sugerindo possíveis conexões com uma série de operações contra a Rússia desde 2014, atribuídas pelo líder russo ao regime neonazista em Kiev. O Serviço Federal de Segurança da Rússia relatou que os terroristas tentaram fugir em direção à fronteira ucraniana após o ataque, uma alegação negada pelo governo ucraniano.
*Com informações da Sputnik News.
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