As enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul deixaram um rastro de destruição, afetando mais de 2 milhões de pessoas, segundo dados da Defesa Civil. O estado enfrenta uma crise humanitária, com 76,5 mil pessoas resgatadas até o momento e mais de meio milhão de desalojados e pessoas em abrigos. As perdas humanas também são significativas, com 149 mortes confirmadas, 108 pessoas desaparecidas e 806 feridas.
A situação é agravada pela extensão do desastre, atingindo mais de 90% dos municípios gaúchos, totalizando 452 cidades afetadas em um total de 497. Além disso, a infraestrutura do estado foi severamente comprometida, com 91 trechos de rodovias bloqueados total ou parcialmente, conforme informações do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) em conjunto com o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM).
O caos logístico se estende também ao transporte aéreo, com o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, com operações suspensas por tempo indeterminado. Passageiros são orientados a entrar em contato com suas companhias aéreas para obter informações sobre voos. Enquanto isso, outros aeroportos administrados pelo governo do estado e por empresas privadas operam normalmente, garantindo a conectividade de algumas regiões.
Diante dessa situação crítica, o estado mobiliza esforços para prestar assistência às vítimas, garantir o acesso a serviços essenciais como energia elétrica e água, e iniciar os trabalhos de recuperação da infraestrutura danificada.
*Com informações da Agência Brasil.








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