O Rio Grande do Sul enfrenta a maior tragédia climática já registrada em sua história, com prejuízos estimados em pelo menos R$ 11,4 bilhões, segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O balanço divulgado nesta sexta-feira (07/06/2024) revela que mais de 4 milhões de pessoas foram afetadas pelos temporais, resultando em 172 mortes e 445 desaparecimentos.
Os dados, enviados pelas prefeituras ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, continuam a ser contabilizados à medida que as águas recuam no estado. O setor habitacional é o mais atingido, com prejuízos de R$ 4,2 bilhões e mais de 110 mil residências destruídas ou danificadas. Em seguida, vêm o setor privado, com R$ 4,2 bilhões em danos, e o setor público, com R$ 2,5 bilhões.
A agropecuária é o setor privado mais afetado, registrando um prejuízo de quase R$ 3,7 bilhões, sendo a agricultura responsável por R$ 3,4 bilhões desse montante. O governo federal anunciou um programa de manutenção de empregos que beneficiará mais de 430 mil trabalhadores afetados pelas enchentes, garantindo dois meses de salário mínimo a trabalhadores com carteira assinada do estado.
Entre os beneficiários do programa temporário estão trabalhadores em regime CLT, trabalhadores domésticos, estagiários e pescadores artesanais. Em contrapartida, as empresas devem manter os empregos por quatro meses, garantindo estabilidade aos trabalhadores afetados pelas enchentes.
*Com informações da Sputnik News.
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