A MFG Agropecuária, com operações em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo, anunciou um recorde na lotação de seus confinamentos neste primeiro giro de 2024. Iniciado em maio e com término previsto para julho, o giro atingiu cerca de 95% da capacidade total de 140 mil animais, com expectativa de atingir a totalidade em breve. Este padrão de lotação também é aguardado para os próximos giros, que ocorrerão entre agosto e outubro e novamente em novembro e dezembro.
A empresa prevê terminar 2024 com um total de 350 mil cabeças abatidas, distribuídas ao longo de 2,5 giros, o maior volume já registrado nos 17 anos de operação da MFG. Apesar da pressão nos preços do boi gordo devido ao abate de fêmeas, o mercado permanece favorável para a atividade de engorda. Vagner Lopes, gerente de Confinamento, destaca a estabilidade dos custos de produção, principalmente devido à boa oferta de algodão e milho, que têm contribuído para a redução dos preços do grão, atualmente cotado em média a R$ 50,00 a saca.
Lopes também enfatiza a importância do manejo adequado para enfrentar a seca, que tem afetado as principais regiões produtoras do país. O confinamento oferece uma solução para a redução da lotação das pastagens e a preparação para a virada do ciclo pecuário. A estratégia permite ao pecuarista não só alívio das pastagens, mas também a possibilidade de travar preços no mercado futuro, garantindo uma margem de lucro satisfatória.
Além disso, a MFG Agropecuária oferece premiações para a qualidade da carne, incluindo o “Boi Europa” e programas específicos como Carne Orgânica do Pantanal e Novilho Precoce MS, acessíveis através de parcerias de engorda. No primeiro semestre de 2024, a pressão sobre os preços do boi gordo foi evidente, com um aumento médio de 24,6% nos preços dos animais em comparação ao ano anterior. No entanto, o preço do bezerro viu um aumento modesto de 1,2%, sinalizando uma possível estabilização para o segundo semestre de 2025.










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