Na quinta-feira (19/09/2024), a Casa do Trabalhador deu início a uma série de oficinas de capacitação voltadas para o mercado de trabalho, com a participação de aproximadamente 25 pessoas. A iniciativa, promovida pela Prefeitura de Feira de Santana por meio das secretarias da Juventude (Sejuv) e de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), continuará na sexta-feira, 20 de setembro, das 9 às 10 horas.
Os cursos são conduzidos pelos servidores da própria Casa do Trabalhador e têm como objetivo preparar os participantes para o mercado de trabalho, abordando habilidades essenciais para a obtenção de um emprego formal. As oficinas cobrem temas como inclusão digital, emissão da carteira de trabalho digital, dicas para entrevistas de emprego, comportamento e vestimenta apropriados, elaboração de currículos e direitos e deveres do trabalhador.
A secretária da Juventude, Suelen Assis Moreira, destacou o compromisso do governo municipal em criar oportunidades para os cidadãos no mercado de trabalho por meio dessas iniciativas.
“A preocupação do governo é que o jovem e todos os cidadãos tenham as mesmas oportunidades no mercado de trabalho. Estamos empenhados em oferecer as ferramentas e os mecanismos necessários por meio de cursos e oficinas de capacitação”, afirmou.
A secretária também observou que muitos trabalhadores são reprovados em entrevistas devido à falta de conhecimento sobre como se comportar adequadamente. As oficinas visam aprimorar essas habilidades para melhorar as chances de sucesso dos participantes. O diretor da Casa do Trabalhador, Fábio Souza, mencionou planos para tornar as oficinas de capacitação uma atividade permanente, em colaboração com a Secretaria da Juventude, devido à demanda existente tanto entre jovens quanto trabalhadores adultos.
“Estamos querendo que esses cursos sejam permanentes. Há uma demanda significativa entre o público jovem e também entre trabalhadores adultos. Muitas pessoas são encaminhadas para entrevistas, mas acabam reprovadas por falta de preparo adequado. Pretendemos, junto com a Secretaria da Juventude, tornar essas oficinas permanentes para qualificar os trabalhadores”, explicou Souza.
Carolina Pereira Santos, de 29 anos, estudante de Pedagogia, busca seu primeiro emprego formal como atendente. Ela comentou:
“Quero trabalhar como atendente de loja ou clínica. Nunca encontrei cursos específicos nessa área, mas já atuei de forma informal. Tenho experiência, porém, não registrada na carteira de trabalho. Ao me capacitar, posso melhorar minhas chances e me destacar em futuras entrevistas de emprego.”
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