O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) empossou, nesta terça-feira (11/02/2025), os novos representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no órgão. Os advogados Marcello Terto e Silva e Ulisses Rabaneda dos Santos assumirão mandato de dois anos, ocupando as vagas destinadas à advocacia no CNJ. A solenidade ocorreu durante a 1.ª Sessão Ordinária do CNJ em 2025, conduzida pelo presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso.
Ao dar boas-vindas aos novos integrantes, Barroso destacou a experiência profissional e o compromisso dos empossados, ressaltando a relevância da advocacia para o aprimoramento do sistema judiciário. O presidente do CNJ enfatizou que a presença dos advogados no Conselho contribui para fortalecer o equilíbrio entre os diversos atores do Judiciário e assegurar a ampla defesa e o contraditório nos processos judiciais e administrativos.
Marcello Terto e Silva
Reconduzido ao cargo, Marcello Terto e Silva é procurador do estado de Goiás e já exerceu a função de conselheiro federal da OAB. Durante sua atuação anterior no CNJ, entre 2022 e 2024, presidiu a Comissão Permanente de Democratização e Aperfeiçoamento dos Serviços Judiciários e ocupou o cargo de ouvidor nacional de Justiça.
Ao discursar na cerimônia de posse, Terto destacou a importância da advocacia na defesa da cidadania e do jurisdicionado. Segundo ele, a atuação da OAB no CNJ não se limita à proteção das prerrogativas da classe, mas também ao compromisso com o acesso à Justiça e à melhoria dos serviços judiciais.
Ulisses Rabaneda dos Santos
O advogado Ulisses Rabaneda dos Santos, que integra o CNJ pela primeira vez, destacou em sua fala o compromisso com a imparcialidade e a observância do devido processo legal. Ele reforçou a importância da atuação disciplinar do Conselho, assegurando que sua participação será pautada por rigor técnico, respeito ao contraditório e à ampla defesa.
Rabaneda assumirá responsabilidades em processos administrativos e ações voltadas à fiscalização da atividade jurisdicional, além de contribuir para o desenvolvimento de iniciativas voltadas à modernização e eficiência do Judiciário.
Com a posse dos novos conselheiros, o CNJ dá início ao biênio 2025-2027 com representação renovada da advocacia, reafirmando seu papel como órgão responsável pelo controle e aprimoramento do sistema judicial brasileiro.








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