Cruz das Almas, quarta-feira, 30/04/2025 — A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) lançou oficialmente, no Dia Mundial da Propriedade Intelectual, comemorado em 26 de abril, a sua Vitrine Tecnológica, ferramenta digital que consolida os ativos de propriedade intelectual da instituição. O projeto foi idealizado com o objetivo de ampliar a visibilidade de tecnologias desenvolvidas internamente e fomentar parcerias com o setor produtivo.
A vitrine reúne patentes, programas de computador, marcas e desenhos industriais registrados pela universidade, permitindo acesso público às invenções e inovações protegidas. A proposta é alinhar a política institucional de ciência e tecnologia com a Lei de Inovação (Lei nº 10.973/2004), que orienta as Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) a divulgar os seus ativos e promover sua transferência ao setor empresarial.
Plataforma digital amplia visibilidade de resultados científicos
A Vitrine Tecnológica da UFRB foi desenvolvida pela Coordenação de Criação e Inovação (CINOVA) e constitui um mecanismo que integra a universidade ao ecossistema nacional de inovação, aproximando cientistas, empreendedores e investidores.
Segundo o professor Nilson Weisheimer, coordenador da CINOVA, a iniciativa representa um avanço estratégico para o fortalecimento do ambiente de inovação institucional. A expectativa da gestão universitária é que a plataforma sirva como ponte entre os resultados de pesquisa e sua aplicação prática, promovendo impacto social, ambiental e econômico positivo.
Além da divulgação, a ferramenta é orientada para estimular a celebração de acordos de licenciamento, transferência de tecnologia e parcerias de base científica, o que contribui para a geração de retorno econômico e valorização dos inventores e da própria universidade.
Integração entre ciência e mercado como eixo de desenvolvimento regional
Ao lançar sua vitrine, a UFRB reforça o compromisso com o desenvolvimento regional e nacional, ao mesmo tempo em que adota práticas de governança alinhadas às diretrizes de inovação do setor público federal. A universidade busca, com isso, tornar mais eficaz a comunicação entre os centros de pesquisa e o mercado, superando barreiras históricas entre produção científica e aplicação econômica.
A próxima etapa da iniciativa, conforme anunciado por Weisheimer, será a identificação de parceiros estratégicos capazes de transformar invenções acadêmicas em produtos comercializáveis, promovendo o uso prático da ciência e ampliando a inserção da universidade no cenário nacional de inovação.
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