O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (12/08/2025) a prisão de Diego Dias Ventura, condenado pelo STF a 14 anos de reclusão por participação nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, após romper a tornozeleira eletrônica e ficar desaparecido.
Contexto da prisão
O mandado foi expedido após informações da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, indicando que a tornozeleira de Diego estava desligada desde 02/07/2025, com rompimento da cinta desde 01/07/2025. Segundo a decisão, o equipamento estava com bateria esgotada desde 6 de agosto de 2025.
Em julho de 2025, Diego Dias Ventura foi condenado a 14 anos de prisão e ao pagamento solidário de R$ 30 milhões pelos danos provocados durante a depredação no acampamento instalado em frente ao quartel do Exército, em Brasília.
Atuação nos atos golpistas
De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), Diego atuou como um dos líderes do acampamento golpista, coordenando logística e participando dos atos na Praça dos Três Poderes. Durante o julgamento, ele chegou a ser preso, mas passou a responder ao processo em liberdade.
Defesa do acusado
Os advogados de Diego Ventura defenderam sua absolvição por falta de provas, alegando que o cliente participou apenas de uma manifestação pacífica em Brasília e não teria vínculo com atos de violência praticados por terceiros.
*Com informações da Agência Brasil.
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