Mar Premium é lançado na Costa do Sauípe com investimento superior a R$ 60 milhões e reforça plano bilionário da Aviva na Bahia

O complexo Costa do Sauípe Parques e Resorts, no litoral norte da Bahia, realizou na quarta-feira (11/03/2026) o lançamento oficial do Mar Premium, novo hotel all inclusive da Aviva, em um movimento que combina requalificação da oferta hoteleira, reposicionamento de marca, ampliação de investimentos e estratégia de crescimento do turismo de alto valor agregado. O empreendimento, que passou por ampla revitalização estrutural e conceitual, foi apresentado como uma das principais entregas do ciclo de transformação iniciado pela companhia após assumir a gestão do destino em 2018. Durante o evento, o CEO da Aviva, Alessandro Cunha, destacou os resultados financeiros recentes da empresa, o avanço da diária média, a melhoria dos indicadores de reputação e a execução de um plano de investimentos que, segundo a companhia, soma R$ 1,4 bilhão, com impacto direto sobre a hotelaria, o entretenimento e a infraestrutura operacional do destino baiano.

A inauguração ocorreu em formato de apresentação institucional seguida de visita às áreas renovadas do hotel, reunindo jornalistas, executivos do setor turístico e personalidades convidadas. O Mar Premium foi reposicionado em uma categoria intermediária dentro da nova arquitetura de produtos da Costa do Sauípe, abaixo das unidades classificadas como Grand Premium e acima da categoria de entrada. A proposta, segundo a Aviva, é oferecer um produto mais aderente ao perfil de hóspedes que buscam maior conforto, qualificação de serviços e ambientação mais sofisticada, sem romper com a lógica do resort de grande escala.

Além da renovação estética e funcional, a Aviva enfatizou o viés ambiental do projeto. Conforme apresentado no evento, 100% dos resíduos gerados durante a obra do Mar Premium foram reaproveitados, dado utilizado pela companhia para reforçar a associação entre expansão da atividade turística e compromissos de sustentabilidade. A entrega do novo hotel, contudo, foi apresentada não como ação isolada, mas como parte de uma estratégia mais ampla de reconfiguração da Costa do Sauípe e de outros ativos operados pela empresa no Brasil.

Aviva detalha reposicionamento da Costa do Sauípe

Ao abrir a apresentação, Alessandro Cunha afirmou que a reabertura do hotel representa a devolução ao mercado de “um ativo tão importante para a Bahia”, agora “de cara nova, reposicionado como um produto em outra categoria”. A declaração sintetiza a lógica adotada pela empresa desde a aquisição do complexo: recuperar a atratividade de ativos antigos por meio de obras profundas, redefinição de portfólio e revisão da proposta de valor.

Segundo o executivo, a Aviva se consolidou como uma plataforma de viagens e entretenimento a partir da integração de grandes ativos turísticos nacionais. A companhia administra atualmente a Costa do Sauípe, na Bahia, o Rio Quente Resorts e o Hot Park, em Goiás, reunindo, de acordo com os números apresentados, mais de 2.700 apartamentos sob gestão e 12 propriedades. No caso de Sauípe, a empresa sustenta que o complexo segue sendo o maior resort de praia do Brasil, com 1.564 unidades habitacionais em um único destino.

Cunha procurou associar o novo posicionamento à leitura de mercado. “O Mar Premium é uma etapa importante da estratégia de revitalização do destino”, disse. Em outro momento, afirmou que o crescimento comercial da empresa não deve ser lido apenas como expansão de receita, mas como validação da oferta pela demanda: “Quando se vende mais, significa que mais clientes estão entendendo a nossa proposta de valor”.

Resultado financeiro recorde e avanço da diária média

Um dos eixos centrais do discurso do CEO foi a apresentação dos resultados financeiros da companhia. Segundo Alessandro Cunha, 2024 havia sido o melhor ano da história da Aviva, com faturamento de R$ 1,4 bilhão, mas o desempenho de 2025 superou a marca anterior, alcançando R$ 1,7 bilhão em vendas. O crescimento, de acordo com ele, ficou em 21%, acima da meta interna inicial, que girava em torno de 11%.

Ao comentar os números, o executivo procurou relacionar a performance financeira à aceitação do mercado. “O ano de 2025 foi um ano muito bom. 2024 tinha sido o melhor ano da nossa história, e o desafio para 2025 era crescer em torno de 11%; a gente conseguiu crescer 21% nas vendas e bater um novo recorde de R$ 1,7 bilhão”, declarou.

Outro indicador enfatizado pela empresa foi a diária média da Costa do Sauípe, que, conforme a apresentação, cresceu 19% no último ano, chegando a R$ 1.382, considerando o conjunto dos produtos ofertados no destino. Alessandro Cunha ressaltou ainda que, desde 2018, quando a Aviva assumiu a operação do complexo, a diária média acumulou alta de 207%. A leitura da companhia é clara: a melhora do produto permitiu elevar tarifa sem, segundo ela, comprometer a atratividade comercial.

Esse ponto foi explorado como evidência de que o investimento em qualificação da hotelaria começa a produzir retorno tangível. Em termos empresariais, trata-se de um indicador relevante, porque combina reposicionamento de marca, aumento de receita unitária e percepção mais favorável do consumidor. Em termos setoriais, é também sinal de uma tentativa de deslocar a Costa do Sauípe de uma imagem ligada apenas a volume e escala para outra associada a segmentação e maior valor agregado.

Reputação online e resposta do mercado

A Aviva também apresentou dados de reputação digital para sustentar a tese de valorização do destino. De acordo com a companhia, o GRI (Global Review Index) dos produtos de Sauípe subiu de 90% para 96% no último ciclo, resultado construído a partir do monitoramento de avaliações publicadas em plataformas como TripAdvisor, Booking e Decolar.

Alessandro Cunha destacou que a empresa conseguiu elevar a percepção positiva do mercado num momento em que o consumidor se tornou mais exigente e mais dependente de avaliações públicas para decidir a compra. A informação foi complementada por outro dado estratégico: segundo a Aviva, entre os seis produtos de lazer mais bem avaliados do Brasil em 2025, três pertencem ao grupo. Dois deles estão em Sauípe — Brisa Grand Premium e Sol Grand Premium — e um em Rio Quente.

A ênfase nesses números não é trivial. No turismo contemporâneo, a reputação online deixou de ser acessório e passou a funcionar como ativo comercial, quase como uma extensão da própria operação. Bons índices elevam conversão, ajudam a sustentar tarifa e reduzem a dependência de campanhas promocionais agressivas. A empresa, portanto, tenta demonstrar que sua estratégia de renovação produziu efeito não apenas no ativo físico, mas também na percepção pública sobre a qualidade da experiência entregue.

Investimentos: Aviva diz já ter executado parte relevante de plano de R$ 1,4 bilhão

O ponto mais robusto da apresentação foi o detalhamento do plano de investimentos. Segundo Alessandro Cunha, a Aviva tem R$ 1,4 bilhão projetados para um ciclo plurianual de obras e expansões, dos quais quase R$ 500 milhões já foram executados, com concentração expressiva na Costa do Sauípe. O CEO procurou afastar a ideia de promessas genéricas e insistiu no caráter concreto das intervenções. “Mais do que falar sobre investimento, a gente quer mostrar”, afirmou. Em seguida, completou: “Isso não é mais sonho; já está acontecendo”.

No caso específico do Mar Premium, o executivo informou que foram aplicados mais de R$ 60 milhões na renovação do hotel ao longo do último ano. O Sol Grand Premium recebeu R$ 90 milhões. Já o Terra Resort, maior hotel do complexo, deverá absorver mais de R$ 100 milhões em sua futura requalificação. Paralelamente, a empresa informou que investe R$ 500 milhões na implantação do Hot Park Costa do Sauípe, parque aquático que deverá ampliar a frente de entretenimento do destino.

A distribuição dos investimentos, segundo a apresentação, compreende R$ 435 milhões em hospitalidade em Sauípe, R$ 420 milhões em Rio Quente e cerca de R$ 500 milhões em entretenimento. Dentro do bloco baiano, a empresa também citou a construção de uma Central de Produção e Distribuição de Alimentos (CPDA), concebida para unificar cozinhas, aumentar eficiência operacional e ampliar a capacidade de atendimento a grandes eventos. A previsão informada é de conclusão do projeto até o fim de 2026, com entrada em operação a partir de 2027.

A dimensão desses números ajuda a compreender o peso estratégico atribuído à Bahia dentro do portfólio da Aviva. O discurso do CEO foi o de que Sauípe deixou de ser apenas um ativo histórico e passou a ocupar posição central na nova arquitetura de crescimento da companhia. Em outras palavras, o grupo tenta transformar um resort tradicional em um ecossistema turístico mais diversificado, com hotelaria segmentada, parque aquático, eventos, experiências temáticas e novos modelos de hospedagem.

Mar Premium muda de categoria e reforça segmentação da hotelaria

Na parte operacional da apresentação, o diretor de Operações da Aviva, Paulo Schneider, detalhou a lógica de segmentação adotada para os hotéis da Costa do Sauípe. Segundo ele, a companhia está reorganizando os ativos em categorias distintas, tanto pela requalificação física quanto pela revisão do serviço, da gastronomia e da experiência do hóspede.

A gente está fazendo um movimento de qualificar os produtos, tanto no ativo físico quanto na qualificação do serviço, da gastronomia, colocando esses hotéis em categorias para deixar mais claro para o cliente aquilo que faz mais sentido para a viagem dele”, afirmou.

Dentro dessa classificação, o Terra Resort permanece hoje como produto de entrada, na categoria Essential; o Mar Premium passa a ocupar uma faixa intermediária, como produto Premium; e os hotéis Sol e Brisa aparecem na categoria Grand Premium. Schneider informou ainda que o Terra também será reformado e, ao fim desse processo, deverá subir de categoria, deixando de ser a opção mais básica do complexo.

A estratégia de nomenclatura e posicionamento tem função comercial direta. Em um resort de grande porte, com vários hotéis dentro de um mesmo destino, a clareza de segmentação reduz ruído na comunicação com o cliente e permite trabalhar preço, experiência e expectativa de maneira mais precisa. Em termos práticos, é uma tentativa de abandonar o velho modelo em que diferentes hotéis dividem a mesma marca-mãe, mas entregam promessas pouco diferenciadas.

Como ficou o Mar Premium após a reforma

Paulo Schneider apresentou a reforma do Mar Premium como uma transformação de leitura estética e funcional. O lobby foi reposicionado, a recepção foi trazida para uma área mais central, o restaurante passou por reformulação e a climatização foi ampliada para toda a área de alimentação. O projeto arquitetônico, segundo ele, incorporou referências ligadas ao mar, com predominância de madeira, azul, branco e elementos náuticos.

Todos os nossos clientes são recebidos diretamente pelo time na porta”, disse o executivo ao explicar a nova configuração do lobby e a maior flexibilidade operacional para eventos, check-in e check-out de grupos. A mudança reforça a vocação do hotel para atender tanto lazer quanto convenções, uma característica histórica da Costa do Sauípe.

A área da piscina também foi remodelada. Schneider destacou a criação de uma “prainha” com declive suave, a reorganização do bar da piscina e o reforço de espaços de uso diferenciado. O hotel conta ainda com brinquedoteca, sala de jogos, suítes master e suíte presidencial, esta última apresentada como produto com potencial para o mercado de casamentos e eventos especiais.

Nos apartamentos, a reforma avançou sobre pisos, enxoval, banheiros e revestimentos. O executivo explicou que parte do processo já havia começado em intervenções anteriores, mas foi concluída com a obra mais recente. O objetivo foi unificar linguagem e padrão, evitando a coexistência de soluções provisórias, problema comum em ativos turísticos que passam por atualizações parciais e prolongadas.

Sol, Brisa e Terra entram na lógica de transformação contínua

A Aviva aproveitou o lançamento do Mar Premium para situar as demais entregas já realizadas ou previstas em Sauípe. O Brisa Grand Premium, reformado em ciclo anterior, foi apresentado como produto com perfil mais praiano, destaque para a piscina de borda infinita e maior apelo para casais e famílias com crianças pequenas. Já o Sol Grand Premium, que recebeu investimento de R$ 90 milhões, passou por uma reforma descrita pela empresa como profunda, envolvendo fachada, piscina, restaurante, lobby, suítes e áreas de convivência.

Schneider afirmou que o hotel Sol também ganhou novos atributos, entre eles um complexo integrado de cafeteria, sala de jogos e brinquedoteca, além de suítes temáticas da Turminha da Zooeira, que começam a operar comercialmente em abril. A iniciativa combina entretenimento infantil, licenciamento de personagens e estratégia de diferenciação para o público familiar.

Quanto ao Terra Resort, a companhia confirmou que a grande reforma será dividida entre 2027 e 2028, em razão do porte do hotel, que possui 404 apartamentos. Ainda assim, a Aviva sustentou que o ativo já vem recebendo melhorias graduais, com pintura de fachada, intervenções no lobby, na piscina, em banheiros e em parte das acomodações. O discurso da empresa busca mostrar que, embora a grande obra ainda não tenha começado, o hotel não ficou parado no tempo.

Hot Park Costa do Sauípe será entregue até o fim de 2027

Além da hotelaria, a Aviva dedicou espaço considerável à frente de entretenimento, com ênfase no Hot Park Costa do Sauípe, cuja entrega está prevista para o fim de 2027. Segundo Paulo Schneider, será o primeiro parque aquático da marca em dois destinos, reproduzindo na Bahia um modelo já consolidado em Rio Quente.

A empresa informou que o parque terá 100 mil metros quadrados, mais de 20 atrações e expectativa de receber 1,2 milhão de visitantes no terceiro ano de operação. O investimento citado para o equipamento ficou acima de R$ 420 milhões na fala do diretor de Operações, enquanto o CEO mencionou R$ 500 milhões como valor global do projeto dentro da frente de entretenimento. A diferença numérica decorre, ao que tudo indica, da forma de agregação dos investimentos associados à operação e à infraestrutura complementar.

A proposta narrativa do parque será ancorada na personagem Marina, da Turminha da Zooeira, com storytelling voltado à preservação marinha e à trajetória das tartarugas. A Aviva também pretende oferecer áreas exclusivas para membros do passaporte fundador do parque, integrando entretenimento, benefícios comerciais e fidelização. A obra, segundo a empresa, já superou a etapa de terraplenagem e entrou na fase de execução por empreiteiras.

Esse projeto é decisivo por uma razão simples: ele altera a natureza econômica do destino. Um resort tradicional, por melhor que seja, opera com forte dependência de hospedagem. Um resort acoplado a um parque aquático robusto amplia permanência, atrai excursionistas, cria novas fontes de receita e fortalece o fluxo de visitantes em diferentes perfis e faixas etárias. Trata-se de um salto estrutural, não apenas de uma obra acessória.

Sustentabilidade: empresa destaca carbono neutro, reuso de água e metas até 2030

Outro eixo do evento foi a agenda ESG da companhia. Alessandro Cunha afirmou que a Aviva mantém há mais de duas décadas uma estrutura dedicada à sustentabilidade e procurou afastar a percepção de que o tema seria apenas discurso de ocasião. “Não é de hoje que a gente está falando de sustentabilidade”, declarou. Em seguida, resumiu a diretriz institucional: “O nosso propósito como empresa ESG é cuidar das pessoas e da natureza para garantir um futuro mais feliz”.

Entre os dados apresentados, a companhia informou ser signatária do Pacto Global da ONU, possuir selo de carbono neutro, manter parcerias com o Projeto Tamar, o Instituto Imbassaí e iniciativas de proteção à fauna em Goiás. Segundo a empresa, em 2025 foram processados e reutilizados mais de 130 milhões de litros de água, dos quais 100 milhões em Rio Quente e 30 milhões em Sauípe.

A Aviva informou ainda operar com usina fotovoltaica capaz de atender cerca de um terço da operação, enquanto o restante da energia contratada viria de fontes renováveis no mercado livre. Entre as metas até 2030, a empresa listou: redução de 10% no consumo de energia, 15% no uso de água, 50% no consumo de plástico de uso único, 15% nas emissões de gases de efeito estufa e 30% nos resíduos orgânicos. Na frente social, a meta é alcançar 50% de liderança feminina, ante patamar atual de 30%.

No campo comunitário, a empresa informou ter destinado mais de R$ 700 mil a ações sociais em 2025, com impacto sobre mais de 33 mil famílias. Também declarou manter 4.600 colaboradores diretos e gerar efeito indireto sobre mais de 18 mil famílias, além de investir em treinamento, com média de mais de 50 horas por pessoa no ano passado.

Turismo, eventos e fortalecimento da Bahia como destino

Ao longo da apresentação, a Aviva insistiu em um ponto: a recuperação de Sauípe não se limita à hospedagem de lazer. A empresa quer reforçar a capacidade do destino para convenções, grandes grupos, eventos corporativos e experiências integradas. Essa vocação apareceu tanto no discurso sobre a centralização da produção de alimentos quanto na defesa da estrutura de eventos do Mar, do Sol e do Terra.

Também foi nesse contexto que Paulo Schneider citou o retorno do Sauípe Open, torneio internacional da ATP Challenger 125. Segundo ele, a retomada do evento exigiu forte investimento na reconstrução das quadras de tênis e foi tratada como símbolo do processo de recuperação do destino. “Costa do Sauípe de volta ao jogo”, resumiu, ao comentar a proposta de reaproximar o complexo de grandes eventos esportivos e de sua tradição histórica no turismo nacional.

Essa combinação entre hotelaria, entretenimento, esportes, convenções e experiências temáticas traduz a tentativa de devolver centralidade econômica a um complexo que, durante anos, sofreu com desgaste de imagem, ativos envelhecidos e perda de protagonismo no turismo brasileiro. A Aviva, ao que tudo indica, aposta em escala, diversificação e segmentação para restaurar competitividade.

Perspectivas: Encanto, novas casas em Rio Quente e continuidade do ciclo

O ciclo de expansão apresentado não termina com o Mar Premium. A Aviva afirmou que concluirá em dezembro de 2026 as 40 casas do projeto “InCanto Residence Club”, em Rio Quente, e seguirá com a execução do parque aquático e da CPDA em Sauípe. Entre 2028 e 2029, a companhia pretende lançar o InCasa Private Residence Club, novo produto de hospedagem na Costa do Sauípe, em patamar acima do Grand Premium e mais próximo da entrada no segmento de luxo.

Segundo Alessandro Cunha, a proposta é oferecer uma experiência “muito menos cara de hotel e muito mais cara de residência”, lógica semelhante à aplicada no projeto de Goiás. O plano inclui ainda o Cristal, em Rio Quente, já existe, ele vai passar por retrofit, após toda a modernização, vai trocar de nome e ganhar a categorização, tornando-se Vista Grand Premium, reforçando a diretriz de expansão paralela dos dois destinos.

O recado deixado no evento foi inequívoco: a Aviva quer ser percebida não apenas como operadora de resorts tradicionais, mas como uma empresa de hospitalidade, entretenimento e soluções de férias. É uma guinada que acompanha tendências do mercado, mas que exigirá execução disciplinada, sobretudo porque projetos bilionários costumam ser sedutores no palco e severamente testados no canteiro de obras, na operação e no caixa.

Investimentos do Grupo Aviva

  • R$ 1,4 bilhão em investimentos projetados pela Aviva
  • Quase R$ 500 milhões já executados
  • Mais de R$ 60 milhões investidos no Mar Premium
  • R$ 90 milhões investidos no Sol Grand Premium
  • Mais de R$ 100 milhões previstos para o Terra Resort
  • R$ 500 milhões destinados ao Hot Park Costa do Sauípe
  • R$ 435 milhões na frente de hospitalidade em Sauípe
  • R$ 420 milhões em Rio Quente

Resultado e desempenho comercial

  • R$ 1,4 bilhão em vendas em 2024
  • R$ 1,7 bilhão em vendas em 2025
  • 21% de crescimento nas vendas em 2025
  • 19% de aumento na diária média em Sauípe
  • R$ 1.382 de diária média consolidada
  • 207% de aumento acumulado da diária média desde 2018

Reputação e mercado

  • GRI de 90% para 96%
  • 3 dos 6 produtos de lazer mais bem avaliados do Brasil em 2025 pertencem à Aviva
  • Destaque para Brisa Grand Premium, Sol Grand Premium e um produto de Rio Quente

Estrutura e operação

  • 1.564 apartamentos na Costa do Sauípe
  • Mais de 2.700 apartamentos sob gestão da Aviva
  • 12 propriedades no portfólio da companhia
  • 404 apartamentos no Terra Resort
  • 40 casas no projeto Em Casa, em Rio Quente

Hot Park Costa do Sauípe

  • 100 mil metros quadrados
  • Mais de 20 atrações
  • Previsão de entrega no fim de 2027
  • Expectativa de 1,2 milhão de visitantes no terceiro ano

Sustentabilidade e impacto social

  • 100% dos resíduos da obra do Mar Premium reaproveitados
  • Mais de 130 milhões de litros de água processados e reutilizados em 2025
  • 1/3 da operação atendida por usina fotovoltaica
  • Mais de R$ 700 mil em ações sociais em 2025
  • Mais de 33 mil famílias impactadas
  • 4.600 colaboradores diretos
  • Mais de 18 mil famílias impactadas indiretamente
  • Mais de 50 horas de treinamento por pessoa em 2025

Metas até 2030

  • Redução de 10% no consumo de energia
  • Redução de 15% no uso de água
  • Redução de 50% no plástico de uso único
  • Redução de 15% nas emissões de gases de efeito estufa
  • Redução de 30% nos resíduos orgânicos
  • Ampliação da liderança feminina para 50%
Vista do Mar Premium, resort do complexo Costa do Sauípe, na Bahia.
Vista do Mar Premium, resort do complexo Costa do Sauípe, na Bahia.

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