O vice-governador da Bahia, Geraldinho, representou o governador Jerônimo Rodrigues na abertura do 6º Congresso da União Geral dos Trabalhadores da Bahia (UGT-BA), realizada nesta quarta-feira (29/04/2026), em Salvador. O encontro reuniu lideranças sindicais, autoridades públicas e representantes da sociedade civil para debater transição justa, democracia, sustentabilidade, geração de emprego, qualificação profissional e valorização do trabalho. Durante a solenidade, Geraldinho afirmou que a Bahia vive um ciclo de crescimento econômico associado à inclusão produtiva e destacou a criação de mais de 107 mil novos empregos entre 2025 e 2026.
Congresso da UGT-BA debate futuro do trabalho e desenvolvimento sustentável
A abertura do 6º Congresso da UGT-BA colocou no centro da agenda sindical temas diretamente ligados às transformações do mundo do trabalho. A programação aborda a necessidade de conciliar crescimento econômico, proteção social, sustentabilidade e participação democrática.
Em sua fala, Geraldinho afirmou que o desempenho recente da Bahia reflete um modelo baseado em investimento, qualificação profissional e diálogo com os trabalhadores. Segundo o vice-governador, a geração de empregos no estado está vinculada à ampliação de oportunidades e à valorização das entidades representativas.
O vice-governador sustentou que o avanço econômico só se consolida quando há interlocução permanente entre governo, sindicatos e sociedade civil. Para ele, o diálogo social é condição essencial para que políticas públicas tenham alcance territorial e impacto direto sobre a renda da população.
Bahia registra avanço na geração de empregos e qualificação profissional
Geraldinho destacou que a Bahia contabiliza mais de 107 mil novos postos de trabalho entre 2025 e 2026, dado apresentado como resultado de políticas voltadas à expansão da atividade econômica e à inclusão produtiva.
Outro ponto enfatizado foi a qualificação profissional. Segundo o vice-governador, mais de 26 mil trabalhadores foram certificados em 275 municípios, em ações destinadas a preparar a população para novas oportunidades de trabalho e renda.
A interiorização dessas políticas foi apresentada como eixo estratégico do Governo da Bahia. A ampliação da formação profissional nos municípios busca reduzir desigualdades regionais e permitir que trabalhadores de diferentes territórios tenham acesso a ocupações em setores em expansão.
Indústria baiana e setores estratégicos impulsionam economia
Durante o evento, Geraldinho também citou o crescimento da indústria baiana acima da média nacional. O vice-governador mencionou o desempenho de áreas como refino, biocombustíveis e indústria de alimentos, setores considerados relevantes para a geração de empregos e atração de investimentos.
Segundo ele, o avanço industrial significa maior produção, fortalecimento da economia estadual e abertura de novas vagas. A leitura apresentada pelo governo associa crescimento econômico à necessidade de políticas de formação e proteção aos trabalhadores.
A fala reforçou a defesa de um modelo de desenvolvimento que combine expansão produtiva, sustentabilidade e inclusão social, tema central do congresso da UGT-BA.
Alinhamento entre Bahia e Governo Federal
Geraldinho também destacou o alinhamento entre o Governo da Bahia e o Governo Federal na retomada do crescimento econômico e na ampliação de direitos trabalhistas.
Entre os pontos mencionados, estão a geração de empregos no país, a valorização do salário mínimo, a redução do desemprego e o envio ao Congresso Nacional do projeto de lei que propõe o fim da escala 6×1.
O tema da jornada de trabalho integra o debate nacional sobre novas formas de organização laboral, produtividade, saúde do trabalhador e equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
Congresso segue com debates até quinta-feira
O 6º Congresso da UGT-BA prossegue até quinta-feira (30/04/2026), em Salvador, com discussões sobre o futuro do trabalho, democracia, sustentabilidade e transição justa.
A agenda busca fortalecer o diálogo entre trabalhadores, poder público e sociedade civil, em um contexto de mudanças tecnológicas, reestruturação produtiva e novos desafios para o sindicalismo.











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