Bahia lidera Nordeste em empregos gerados por micro e pequenas empresas e soma 22,9 mil vagas em 2026, diz deputado Rosemberg Pinto

A Bahia registrou, na terça-feira, 23/06/2026, desempenho positivo na geração de empregos formais por micro e pequenas empresas, com 22.913 postos de trabalho criados entre janeiro e abril de 2026, o maior resultado entre os estados do Nordeste, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados — Caged. O resultado foi destacado pelo deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia — ALBA —, que atribuiu o avanço ao fortalecimento da economia baiana, à atuação dos pequenos negócios e às políticas de desenvolvimento conduzidas pelo governador Jerônimo Rodrigues, em articulação com o governo do presidente Lula.

O saldo registrado no primeiro quadrimestre de 2026 reforça o peso das micro e pequenas empresas na dinâmica econômica da Bahia. De acordo com os dados do Caged, os pequenos negócios foram responsáveis por 22.913 novas vagas formais no período, colocando o estado na liderança regional do Nordeste nesse recorte.

Somente em abril, as micro e pequenas empresas baianas criaram 6.031 postos de trabalho, resultado que confirma a relevância do segmento para a sustentação do emprego formal. A presença capilarizada desses empreendimentos nos municípios amplia seu impacto sobre renda, consumo local, arrecadação e circulação econômica.

Para Rosemberg Pinto, os números demonstram a importância econômica e social do setor. “Os pequenos negócios têm um papel fundamental na geração de oportunidades e na movimentação da economia. Esses números mostram que a Bahia está avançando, criando empregos e ampliando as possibilidades para trabalhadores e empreendedores”, afirmou o líder do governo na ALBA.

Serviços e construção civil concentram os melhores resultados

O setor de serviços liderou a criação de empregos por micro e pequenas empresas no estado, com 12.701 postos no acumulado dos quatro primeiros meses de 2026. A atividade confirma sua relevância para a economia baiana por abranger áreas de alta presença territorial, como atendimento à população, saúde, apoio administrativo, tecnologia, comércio de serviços e atividades urbanas.

A construção civil aparece em seguida, com 8.706 vagas criadas no período. O avanço do setor está associado a atividades como construção de edifícios, incorporação imobiliária e obras vinculadas à infraestrutura, incluindo geração e distribuição de energia, telecomunicações e empreendimentos urbanos.

Entre as atividades que mais contribuíram para o saldo positivo estão construção de edifícios, transmissão de energia elétrica, incorporação imobiliária, atendimento hospitalar e obras relacionadas à expansão de redes de energia e telecomunicações. A composição dos dados indica que a geração de empregos envolve tanto atividades tradicionais quanto setores ligados à modernização da infraestrutura produtiva.

Rosemberg Pinto associa desempenho a políticas de desenvolvimento

Na avaliação de Rosemberg Pinto, o desempenho da Bahia acompanha uma tendência nacional de valorização dos pequenos negócios como motores da geração de emprego e renda. O parlamentar defendeu a manutenção de políticas públicas voltadas ao estímulo da produção, à qualificação profissional e à ampliação de oportunidades para a população.

A força das micro e pequenas empresas demonstra a importância de manter políticas públicas que estimulem a produção, a qualificação profissional e novas oportunidades para a população”, declarou Rosemberg Pinto.

O deputado também associou o resultado à estratégia do governo estadual de atração de investimentos, incentivo ao empreendedorismo e fortalecimento do ambiente produtivo. Segundo o líder governista, a articulação entre políticas estaduais e federais contribui para ampliar a capacidade de geração de empregos, sobretudo em setores intensivos em mão de obra.

A leitura apresentada pelo parlamentar insere os dados do Caged em uma narrativa de continuidade administrativa e cooperação institucional entre o governo da Bahia e o governo federal. Do ponto de vista jornalístico, a declaração deve ser compreendida como avaliação política de representante da base governista, enquanto os números do emprego formal constituem o núcleo factual da informação.

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