Na terça-feira, 10/06/2026, o deputado estadual Bobô (PCdoB) avaliou como positiva a redução do endividamento da Bahia para 31% da Receita Corrente Líquida (RCL), índice apontado pela Secretaria da Fazenda do Estado como o segundo menor registrado no século XXI. Para o parlamentar, os dados reforçam a defesa de que a gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT) busca conciliar responsabilidade fiscal, preservação da capacidade de investimento e manutenção de políticas públicas em áreas como saúde, educação, infraestrutura, mobilidade e desenvolvimento regional.
O deputado estadual Bobô destacou os resultados fiscais divulgados pela Secretaria da Fazenda da Bahia, segundo os quais a relação entre a dívida estadual e a Receita Corrente Líquida alcançou 31% nos primeiros quatro meses de 2026. O indicador representa, conforme os dados apresentados, o segundo menor patamar do século, ficando próximo do menor índice já registrado no período.
Para o parlamentar, o desempenho das contas públicas evidencia a capacidade do governo estadual de preservar equilíbrio fiscal sem interromper investimentos considerados essenciais. Bobô afirmou que a Bahia demonstra ser possível associar controle da dívida, planejamento administrativo e execução de políticas públicas voltadas à população.
“A Bahia mostra que responsabilidade fiscal e compromisso social caminham juntos quando há planejamento e gestão eficiente”, declarou o deputado.
Investimentos públicos crescem no primeiro quadrimestre de 2026
Além da queda relativa do endividamento, Bobô ressaltou o crescimento dos investimentos públicos estaduais. Nos primeiros quatro meses de 2026, os aportes alcançaram R$ 1,75 bilhão, crescimento de 7,76% em relação ao mesmo período anterior, conforme os dados apresentados pela área econômica do Estado.
Os recursos foram direcionados a setores estratégicos da administração pública, incluindo infraestrutura, mobilidade, saúde, educação e desenvolvimento regional. Na avaliação do parlamentar, a ampliação desses investimentos demonstra que o governo estadual mantém capacidade de execução mesmo em um ambiente nacional marcado por restrições fiscais e pressão sobre os orçamentos públicos.
Bobô sustentou que a redução do peso da dívida fortalece a margem de atuação do Executivo estadual. Para ele, a trajetória de queda do endividamento contribui para preservar a credibilidade fiscal da Bahia e cria condições para a continuidade de projetos estruturantes.
Educação e saúde superam mínimos constitucionais
O deputado também chamou atenção para o cumprimento dos percentuais constitucionais de investimento em áreas sociais. Segundo os dados citados, os gastos com educação alcançaram 25,36% das receitas, enquanto a saúde recebeu 16,42%, patamares superiores aos mínimos exigidos pela legislação.
A Constituição determina aplicação mínima de recursos em setores essenciais, e o cumprimento desses percentuais costuma ser usado como indicador da prioridade conferida pelas gestões públicas às políticas sociais. No caso da Bahia, Bobô afirmou que os números confirmam a orientação do governo estadual de preservar investimentos em serviços de maior impacto direto sobre a população.
“São números que comprovam a prioridade dada às políticas públicas e ao cuidado com as pessoas”, observou o parlamentar.
Bobô associa equilíbrio financeiro a continuidade de projetos estruturantes
Na avaliação do deputado, a combinação entre redução do endividamento, ampliação dos investimentos e cumprimento dos pisos constitucionais reforça a leitura de que a Bahia mantém um modelo de gestão baseado em planejamento fiscal e compromisso social.
Bobô afirmou que a administração estadual tem buscado promover desenvolvimento econômico e ampliar investimentos sem comprometer o equilíbrio financeiro. Para ele, a trajetória das contas públicas fortalece a capacidade do Estado de manter obras e programas em áreas consideradas decisivas para o desenvolvimento regional.
“A gestão do governador Jerônimo Rodrigues tem demonstrado que é possível promover desenvolvimento econômico, ampliar investimentos e garantir responsabilidade social sem comprometer o equilíbrio financeiro da Bahia”, concluiu.









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