A Prefeitura de Feira de Santana intensificou, no domingo 31/05/2026, as obras de requalificação da lagoa do bairro Papagaio, com a mobilização de duas retroescavadeiras para acelerar a retirada de lama, lodo e vegetação acumulada no leito do manancial. A execução dos serviços foi inspecionada pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, acompanhado por técnicos e integrantes da administração municipal, em uma intervenção que busca recuperar o espelho d’água e preparar o entorno para receber equipamentos urbanos e áreas de lazer.
Obras avançam com reforço de máquinas na lagoa do Papagaio
As intervenções na lagoa do Papagaio ganharam novo ritmo com a entrada de mais uma retroescavadeira no serviço de limpeza do manancial. Com isso, duas máquinas passaram a operar simultaneamente dentro da lagoa, medida que, segundo a Prefeitura, deve contribuir para reduzir o prazo de conclusão da etapa de remoção do material acumulado.
O trabalho concentra-se na retirada de lodo e lama depositados ao longo dos anos, responsáveis pelo assoreamento e pela redução da profundidade do espelho d’água. O material removido é colocado temporariamente nas margens da lagoa e, em seguida, transportado por caçambas.
A operação também inclui a retirada de mato e resíduos vegetais presentes no entorno e no leito do manancial. A Prefeitura informa que a limpeza é uma das fases necessárias para a recuperação da lagoa e para a futura requalificação da área urbana situada ao longo de uma avenida movimentada do bairro.
José Ronaldo inspeciona intervenção e defende preservação das lagoas
Durante a vistoria realizada no final de semana, o prefeito José Ronaldo de Carvalho reafirmou, conforme informado pela Prefeitura, o compromisso da administração municipal com a preservação das lagoas existentes em Feira de Santana.
O chefe do Executivo municipal também associou a intervenção à proposta de transformar esses espaços em áreas de convivência e lazer para a população. A requalificação da lagoa do Papagaio, nesse contexto, é apresentada pela gestão como parte de uma política de recuperação de mananciais urbanos e de melhoria da infraestrutura pública em bairros da cidade.
A presença do prefeito no local reforça o caráter prioritário atribuído pela administração à obra. A lagoa está situada em área urbana e em ponto de circulação relevante, o que amplia o impacto da intervenção tanto do ponto de vista ambiental quanto urbanístico.
Requalificação prevê passeios, iluminação e equipamentos de lazer
Além da limpeza do espelho d’água, a Prefeitura prevê a execução de serviços no entorno da lagoa. Entre as intervenções anunciadas estão a pavimentação de passeios, a instalação de equipamentos de lazer e a implantação de iluminação pública.
Essas ações têm como objetivo reorganizar o espaço público, melhorar as condições de circulação de pedestres e criar uma área mais adequada à convivência comunitária. A presença de iluminação também pode contribuir para ampliar a sensação de segurança e favorecer o uso do local em horários diversos.
Apesar das informações divulgadas, ainda não foram apresentados no material fornecido dados sobre valor total do investimento, cronograma de execução, previsão oficial de entrega, extensão da área requalificada ou modelo de manutenção futura da lagoa e dos equipamentos públicos.
Equipe municipal acompanhou a execução dos serviços
A inspeção das obras contou com a presença de integrantes da gestão municipal. Estiveram no local o superintendente da SOMA, João Vianey; o secretário de Comunicação, Joilton Freitas; o subsecretário de Planejamento, Djavan Aragão; o secretário interino de Governo, Matheus Pinheiro; e o diretor de Obras da Prefeitura, Ianco Pinho.
A participação de representantes de diferentes setores da administração indica que a intervenção envolve áreas técnicas relacionadas a obras, planejamento, serviços públicos, comunicação institucional e articulação governamental.
Contexto urbano e ambiental da intervenção
As lagoas urbanas de Feira de Santana integram a paisagem ambiental do município e exercem papel relevante na drenagem, no equilíbrio ecológico e na composição dos espaços públicos. Em áreas urbanizadas, a conservação desses mananciais exige ações permanentes de limpeza, controle de assoreamento, ordenamento do entorno e manutenção de equipamentos públicos.
No caso da lagoa do Papagaio, o material informado pela Prefeitura aponta que o acúmulo de lama e lodo havia deixado o espelho d’água mais raso. Esse tipo de situação pode comprometer a função ambiental do manancial e reduzir seu potencial de uso paisagístico e comunitário.
A intervenção, portanto, combina duas dimensões: a recuperação física da lagoa e a requalificação urbana do entorno. O resultado dependerá não apenas da conclusão das obras, mas também da manutenção regular do espaço após a entrega.









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