Secretário estadual Adolpho Loyola endossa crítica de internauta e acusa pré-campanha de ACM Neto de “arrogância” na Bahia

O secretário estadual de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, endossou, nesta terça-feira (02/06/2026), a crítica de uma internauta que classificou como “arrogância” a postura da pré-campanha de ACM Neto ao governo estadual, após a repercussão de uma declaração atribuída ao ex-prefeito de Salvador durante evento da Fundação Índigo, no qual teria afirmado que queria “humilhar Jerônimo”. A manifestação elevou o tom do embate político entre governo e oposição, em um momento de antecipação do debate eleitoral de 2026 e de disputa narrativa sobre áreas sensíveis da administração pública, como educação, saúde, segurança e emprego.

A reação teve origem em publicação nas redes sociais, onde uma internauta resumiu em uma palavra sua avaliação sobre a pré-campanha de ACM Neto: “arrogância”. O comentário ganhou circulação no ambiente digital e foi endossado por Adolpho Loyola, auxiliar direto do governador Jerônimo Rodrigues.

Ao comentar o episódio, o secretário afirmou que a internauta “acertou em cheio” ao definir a postura do adversário político do governo estadual. Para Loyola, a fala atribuída a ACM Neto expressaria uma conduta centrada no confronto pessoal, em vez da apresentação de propostas para os principais problemas enfrentados pela população baiana.

“Enquanto a Bahia debate saúde, segurança e emprego, ele sobe ao palco para falar em humilhação. Isso não é projeto, é vaidade alimentada pelo ressentimento”, declarou o secretário, ao criticar o teor da manifestação feita no contexto do evento sobre educação.

Loyola contrapõe ataques políticos a demandas da população

Na avaliação de Adolpho Loyola, a fala de ACM Neto teria deslocado o centro do debate público. Segundo o secretário, temas como melhoria dos serviços públicos, enfrentamento da violência, geração de empregos e fortalecimento da educação deveriam ocupar lugar prioritário nas discussões políticas estaduais.

O auxiliar do governador Jerônimo Rodrigues também afirmou que, após ter administrado Salvador por oito anos, o ex-prefeito deveria apresentar propostas mais consistentes para a Bahia. Para Loyola, o discurso oposicionista estaria mais voltado ao ataque político do que à construção de uma agenda programática.

“Depois de oito anos comandando Salvador, o mínimo que se esperaria era propostas. O que temos visto, porém, é um candidato mais preocupado em atacar do que em convencer”, disse o secretário estadual de Relações Institucionais.


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