Feira de Santana celebrou, na quinta-feira (16/07/2026), o Dia do Comerciante destacando sua trajetória como um dos principais centros de comércio e serviços do Brasil. Com 60 mil CNPJs ativos nos setores de comércio e serviços, o município mantém posição de destaque como o maior polo comercial do interior da Bahia e um dos mais relevantes do país, resultado de uma história construída a partir das feiras livres e da localização estratégica no entroncamento rodoviário baiano.
A estrutura comercial da cidade reúne equipamentos públicos e privados que atendem consumidores de Feira de Santana, de municípios vizinhos e de outros estados. Segundo informações da administração municipal, o comércio representa 60% do Produto Interno Bruto (PIB) local, reforçando sua importância para a geração de emprego, renda e desenvolvimento econômico.
Entre os principais espaços comerciais estão o Feiraguay, o Shopping Popular Cidade das Compras, o Mercado de Arte Popular (MAP), a Galeria do Artesão, além da Feirarte, que fortalecem diferentes segmentos da economia e ampliam as oportunidades para microempreendedores, comerciantes e prestadores de serviços.
Estrutura comercial reúne milhares de empreendimentos
O Feiraguay conta atualmente com mais de 650 boxes, consolidando-se como um dos principais centros populares de comércio da cidade. Outro equipamento de destaque é o Shopping Popular Cidade das Compras, que reúne mais de 900 boxes e mais de 150 lojas, oferecendo produtos e serviços em diversos segmentos.
A atividade econômica também se estende ao Mercado de Arte Popular (MAP), com mais de 100 boxes, e à Galeria do Artesão, que reúne mais de 30 boxes voltados à produção artesanal. Na Feirarte, realizada na avenida Getúlio Vargas, mais de 100 comerciantes comercializam obras de arte, plantas ornamentais e alimentos.
Esses espaços integram a estrutura comercial do município e contribuem para a diversidade econômica que caracteriza Feira de Santana como referência regional em comércio atacadista, varejista e prestação de serviços.
Comércio responde por 60% do PIB municipal
A secretária municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Marcia Ferreira, destacou a relevância econômica do setor para o município. Segundo ela, cerca de 60 mil empreendimentos de comércio e serviços são responsáveis por aproximadamente 60% do PIB de Feira de Santana, abrangendo desde microempreendedores individuais (MEIs) até pequenas, médias e grandes empresas.
De acordo com a secretária, a atividade comercial movimenta a economia dos bairros e está presente em diferentes equipamentos públicos e privados da cidade. Ela ressaltou que milhares de comerciantes atuam diariamente em feiras, mercados, centros populares e estabelecimentos comerciais, contribuindo para o funcionamento da economia local.
O setor também figura entre os principais geradores de empregos do município, oferecendo oportunidades de inserção no mercado de trabalho e sustentando milhares de famílias por meio das atividades de comércio e serviços.
Feira amplia influência econômica na Bahia e em estados vizinhos
Além dos centros populares, Feira de Santana abriga galerias comerciais, shopping centers, empreendimentos de médio e grande porte e um setor atacadista que abastece diversas regiões da Bahia e estados vizinhos.
A localização estratégica do município, associada à diversidade do setor comercial e à presença de milhares de empresas formalizadas, fortalece a cidade como um dos principais polos econômicos do interior do Brasil.
No Dia do Comerciante, os dados divulgados pela Prefeitura reforçam a dimensão da atividade comercial em Feira de Santana e evidenciam a participação do setor na geração de emprego, renda e circulação de mercadorias em toda a região.







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