Na terça-feira (07/07/2026), em Feira de Santana, o secretário municipal de Comunicação, Joilton Freitas, recebeu os produtores Carlos Matteus, da banda Os Bambas do Nordeste, e Mari Falcão, em ato de divulgação da terceira edição do Festival de Quadrilhas Juninas, que será realizado nos dias 11 e 12 de julho de 2026, no Ginásio Municipal Joselito Amorim, com entrada gratuita, programação a partir das 10h, comercialização de comidas e bebidas típicas e participação de 29 quadrilhas, consolidando a continuidade das manifestações juninas após o ciclo principal do São João. A realização do evento foi divulgada pela Prefeitura Municipal de Feira de Santana em 07/07/2026.
Festival mantém vivo o ciclo junino após o São João
O tradicional calendário junino de Feira de Santana terá continuidade no fim de semana dos dias 11 e 12/07/2026, quando o Ginásio Municipal Joselito Amorim receberá uma programação dedicada às quadrilhas, ao forró e à cultura popular nordestina. A proposta é manter o espírito do São João ativo mesmo após o encerramento das principais festas do período.
O evento será realizado durante todo o dia, com início previsto para as 10h, e terá acesso gratuito ao público. A gratuidade amplia o alcance social da programação e reforça o caráter comunitário das quadrilhas juninas, manifestação cultural historicamente vinculada aos bairros, distritos, famílias, escolas, associações e grupos populares.
A escolha do Ginásio Municipal Joselito Amorim, localizado na Rua Coronel Álvaro Simões, nº 101, Centro, dá ao festival uma posição estratégica, por se tratar de um equipamento público de referência na cidade. A concentração das atividades em espaço central favorece o acesso da população e fortalece o uso cultural da estrutura municipal.
Joilton Freitas recebe produtores e reforça apoio institucional
A organização da terceira edição está sob responsabilidade de Carlos Matteus, integrante da banda Os Bambas do Nordeste, e de Mari Falcão, produtora cultural ligada à mobilização das quadrilhas juninas. Em encontro com o secretário Joilton Freitas, os produtores entregaram uma camiseta oficial do evento e destacaram a satisfação de contar novamente com o apoio institucional da Secretaria Municipal de Comunicação.
O gesto teve valor simbólico e operacional. Ao entregar a camisa oficial, os organizadores reforçaram a parceria com a pasta responsável pela comunicação pública e pela divulgação de ações de interesse coletivo. A presença do secretário no lançamento institucional também projeta o festival como agenda cultural relevante dentro da programação municipal.
A atuação da Secretaria de Comunicação, nesse contexto, não substitui as atribuições culturais específicas do poder público, mas contribui para ampliar a visibilidade do evento, informar a população e organizar a circulação de dados sobre local, horário, acesso e programação. Em manifestações populares de grande apelo comunitário, a divulgação adequada é parte essencial do serviço público.
Programação terá forró, quadrilhas e show de Janderson do Acordeon
A programação foi estruturada para manter o público mobilizado ao longo dos dois dias. No sábado, 11/07/2026, as atividades terão início às 10h e seguirão até a noite, com apresentação de DJ voltada ao repertório de forró, ritmo central da tradição junina nordestina.
No domingo, 12/07/2026, as apresentações das quadrilhas continuam no ginásio, com encerramento musical previsto com Janderson do Acordeon. A inclusão do acordeon na programação preserva a ligação entre o evento e a matriz sonora do São João, fortemente marcada pelo forró, pelo xote, pelo baião e por outras expressões musicais regionais.
Além das apresentações artísticas, o festival terá comercialização de alimentos e bebidas típicas do período junino. Esse componente amplia a experiência cultural do público e movimenta a economia de pequenos empreendedores, vendedores e trabalhadores envolvidos na cadeia das festas populares.
Evento reunirá 25 grupos participantes e 4 quadrilhas convidadas
Ao todo, o festival reunirá 29 quadrilhas nos dois dias de programação. Segundo a divulgação oficial, serão 25 grupos participantes e 4 quadrilhas convidadas, número que indica a capacidade de mobilização do segmento junino em Feira de Santana.
As quadrilhas são manifestações que combinam dança, música, figurino, dramaturgia, coreografia, cenografia e narrativa popular. A tradição remete ao ambiente rural, às festas de colheita, ao casamento matuto e às formas comunitárias de celebração que se consolidaram como marca cultural do Nordeste brasileiro.
Em Feira de Santana, esse tipo de festival também cumpre função social. Os grupos reúnem jovens, famílias, costureiras, músicos, coreógrafos, marcadores, produtores, comerciantes e apoiadores. A preparação envolve ensaios, confecção de figurinos, transporte, organização de repertório e mobilização coletiva, o que transforma a apresentação final em resultado de meses de trabalho.
Terceira edição confirma retomada e continuidade da tradição
A edição de 2026 sucede o festival realizado em 04 e 05/07/2025, também no Ginásio Municipal Joselito Amorim. Naquele ano, a segunda edição reuniu 27 agremiações culturais, teve disputa entre grupos e premiou as quadrilhas Filhos da Tradição, Sítio Alegre e República dos Caipiras.
A passagem de 27 agremiações em 2025 para 29 quadrilhas em 2026 demonstra continuidade e leve ampliação da mobilização cultural. Mais do que o crescimento numérico, o dado confirma que o festival se mantém no calendário local e preserva espaço para grupos que dependem de estrutura, público e reconhecimento para permanecer ativos.
Na edição anterior, a organização destacou a valorização das manifestações juninas locais e a retomada do concurso como parte do processo de resgate da cultura popular em Feira de Santana. O próprio registro de 2025 indicou a participação de Mari Falcão na coordenação do festival e a presença de Joilton Freitas acompanhando as atividades.
Cultura popular, acesso gratuito e interesse público
A gratuidade do Festival de Quadrilhas Juninas é um dos pontos centrais da programação. Ao garantir acesso livre, o evento se diferencia de agendas culturais restritas por ingresso e reforça o princípio de que manifestações tradicionais devem permanecer próximas da população que as sustenta.
Há também um aspecto econômico relevante. Festas populares movimentam pequenos negócios, serviços informais, alimentação, transporte, produção artística, sonorização, figurino e comunicação. Mesmo quando não há grande escala financeira, o impacto local é perceptível, sobretudo para trabalhadores que atuam no circuito cultural e gastronômico do período junino.
Do ponto de vista institucional, a realização em equipamento público exige planejamento, segurança, acessibilidade, organização do fluxo de pessoas e transparência sobre a estrutura oferecida aos grupos. A divulgação oficial informa datas, horário, local, gratuidade, atrações e número de quadrilhas, mas outros aspectos, como critérios de participação, eventual premiação, apoio logístico e detalhamento operacional, ainda dependem de informações complementares.
Tradição junina precisa de calendário, estrutura e continuidade
O Festival de Quadrilhas Juninas em Feira de Santana confirma a permanência de uma tradição que não pode ser tratada apenas como entretenimento sazonal. As quadrilhas preservam memória, identidade regional, práticas comunitárias e formas de sociabilidade que atravessam gerações. Em uma cidade de centralidade regional, a continuidade desse tipo de evento fortalece a cultura popular e amplia o papel dos equipamentos públicos como espaços de convivência.
A participação do secretário Joilton Freitas no ato de divulgação, ao lado de Carlos Matteus e Mari Falcão, reforça a dimensão institucional da programação. A presença do poder público é positiva quando contribui para dar visibilidade, estrutura e previsibilidade a manifestações populares; contudo, a consolidação do festival dependerá de planejamento permanente, apoio aos grupos e clareza sobre os mecanismos de organização.
Com 29 quadrilhas, dois dias de programação, acesso gratuito e atividades no Ginásio Joselito Amorim, o festival tem potencial para movimentar a comunidade e prolongar o ciclo junino em Feira de Santana.







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