O governador Jerônimo Rodrigues e os desembargadores Josevando Souza Andrade, Maurício Kertzman e Baltazar Miranda Saraiva, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), participaram, nesta segunda-feira (07/09/2026), em Salvador, das comemorações pelos 204 anos da Independência do Brasil. A programação teve início com o hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia e de Salvador, no Campo Grande, e prosseguiu com o tradicional Desfile Cívico-Militar, que seguiu até a Praça Castro Alves, reunindo forças de segurança, estudantes e representantes da sociedade civil.
Na abertura da solenidade, Jerônimo Rodrigues recebeu honrarias militares. O cortejo reuniu integrantes das Forças Armadas, das forças estaduais de segurança e de outras instituições públicas, além de estudantes da rede pública estadual, que participaram por meio de bandas e fanfarras escolares.
A participação do Poder Judiciário ocorreu por meio de representantes do Tribunal de Justiça da Bahia. O desembargador Josevando Souza Andrade representou institucionalmente o Judiciário baiano na cerimônia, enquanto os desembargadores Maurício Kertzman e Baltazar Miranda Saraiva também acompanharam a programação comemorativa.
Polícia Militar participa com 1.040 integrantes, veículos e cavalaria
A Polícia Militar da Bahia (PMBA) participou do desfile com 1.040 integrantes, contingente formado por policiais, alunos, professores e veteranos. A corporação levou ainda 64 veículos operacionais e históricos e 32 cavalos pertencentes ao Esquadrão de Polícia Montada.
A programação incluiu a apresentação de estudantes de sete colégios da rede estadual, que participaram do desfile com manifestações ligadas à tradição das fanfarras escolares. A presença estudantil integrou o componente civil da celebração ao lado das representações militares e de segurança pública.
O trajeto entre o Campo Grande e a Praça Castro Alves, área tradicionalmente associada às grandes manifestações cívicas de Salvador, recebeu tropas, viaturas, bandas, fanfarras e integrantes de diferentes instituições participantes da programação.
Segurança mobiliza 2,5 mil profissionais e mais de 350 câmeras
Cerca de mil policiais e bombeiros participaram diretamente do desfile, enquanto outros 2,5 mil profissionais foram mobilizados para reforçar a segurança no entorno do circuito e em áreas relacionadas ao transporte público.
A estrutura operacional contou com mais de 350 câmeras, além de drones e equipes integradas de comando e controle. O aparato foi utilizado no acompanhamento da programação e na operação de segurança associada à realização do evento na região central de Salvador.
Participaram do desfile tropas do Exército Brasileiro, Marinha do Brasil, Força Aérea Brasileira, Polícia Militar da Bahia, Corpo de Bombeiros Militar, além de representantes da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (SEAP-BA) e da Guarda Civil Municipal. Instituições civis e organizações da sociedade também integraram a programação.
TJBA acompanha cerimônia no Campo Grande
O Tribunal de Justiça da Bahia participou oficialmente das comemorações pelos 204 anos da Independência do Brasil. Os representantes do Judiciário acompanharam o desfile a partir da estrutura montada na Praça do Campo Grande, juntamente com autoridades das forças militares e representantes dos demais Poderes.
O desembargador Josevando Souza Andrade representou o Poder Judiciário baiano durante a solenidade. Depois do hasteamento das bandeiras, a programação prosseguiu com a passagem das tropas, viaturas das forças militares e policiais, bandas e fanfarras escolares.
Os desembargadores Maurício Kertzman e Baltazar Miranda Saraiva também prestigiaram o Desfile Cívico-Militar do 7 de Setembro e acompanharam a programação comemorativa realizada na capital baiana.
Josevando Souza Andrade destaca significado histórico da celebração
Durante a solenidade, o desembargador Josevando Souza Andrade destacou a dimensão histórica do 7 de Setembro e relacionou a participação institucional do Judiciário à celebração da Independência do Brasil.
“É uma festa cívica de grande importância para o Brasil, em que comemoramos o nosso desligamento definitivo da colônia portuguesa. Para a Bahia, isso representa muito, porque estamos em congraçamento com toda a nação brasileira neste dia tão importante para a nossa sociedade.”
A manifestação ocorreu durante a participação do TJBA na programação. Além dos magistrados, o evento contou com integrantes dos Poderes públicos, forças militares e policiais, estudantes e representantes de organizações civis.
7 de Setembro marca ruptura política com Portugal
O 7 de Setembro integra o calendário oficial brasileiro como o Dia da Independência do Brasil. A data remete à proclamação da Independência, ocorrida em 1822, sob a liderança de Dom Pedro I, e simboliza a ruptura política do Brasil com Portugal e o processo de formação do país como Estado independente.
A celebração realizada em Salvador completou 204 anos desse marco histórico. Na capital baiana, as cerimônias de 2026 reuniram manifestações militares e civis, seguindo uma programação que combinou solenidades oficiais, desfile de tropas, participação estudantil e presença de representantes institucionais.
No contexto histórico da Bahia, o processo iniciado em 1822 está relacionado também às lutas travadas em território baiano até 2 de Julho de 1823, quando a saída das tropas portuguesas consolidou militarmente a Independência na Bahia.
2 de Julho registra a consolidação da Independência na Bahia
Enquanto o 7 de Setembro de 1822 representa a ruptura política do Brasil com Portugal, o 2 de Julho de 1823 registra, na história da Bahia, o desfecho militar e popular do processo de independência no território baiano.
As lutas envolveram a resistência às forças portuguesas e culminaram com a expulsão das tropas de Portugal que permaneciam na Bahia. Por essa razão, as duas datas estão associadas a momentos distintos do processo de formação do Estado brasileiro independente.
A programação realizada em Salvador em 07/09/2026 insere-se no calendário nacional das comemorações da Independência, enquanto o 2 de Julho permanece como referência histórica específica do processo ocorrido na Bahia.








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