Senado de 2027 terá 49 nomes favoráveis a impeachment no STF; 25 já foram alvos da Corte em meio a nova fase da crise institucional

Neste domingo (11/10/2026), uma semana após o primeiro turno das eleições, o fortalecimento da direita no Senado colocou novamente no centro da agenda política brasileira a possibilidade de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Levantamento publicado pelo Estadão contabiliza 49 senadores eleitos ou em exercício que já manifestaram apoio ao afastamento de integrantes da Corte; desse conjunto, 25 foram investigados, responderam a ações penais ou sofreram medidas investigativas autorizadas pelo próprio STF. A futura bancada está a cinco votos dos 54 necessários para uma condenação por crime de responsabilidade. O avanço ocorre simultaneamente à decisão do presidente do Supremo, Edson Fachin, de encaminhar o encerramento do Inquérito 4.781, aberto em 14/03/2019, e a novos episódios de tensão envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, a Polícia Federal e investigações sigilosas.

Bancada pró-impeachment cresce após eleições de 2026

O dado politicamente mais relevante é temporal: os 49 votos não correspondem à composição atual do Senado, mas ao conjunto de parlamentares que deverá formar a Casa a partir de 2027, após a renovação de dois terços das 81 cadeiras nas eleições de 4 de outubro de 2026.

Levantamentos realizados depois das urnas indicam que a defesa do impeachment de ministros do Supremo deixou de ser uma posição restrita ao núcleo mais diretamente ligado ao bolsonarismo e avançou sobre parcelas da direita e do centro político. A Folha de S.Paulo contabilizou pelo menos 49 senadores favoráveis à possibilidade de afastamento, ainda que alguns estabeleçam condições ou ressalvas.

A nova correlação de forças é resultado, sobretudo, do crescimento do PL e da eleição de nomes identificados com uma agenda de maior contenção institucional do Supremo. O partido deverá chegar a 28 cadeiras no Senado em 2027, segundo os levantamentos publicados após o primeiro turno.

O número é politicamente expressivo, mas não significa que exista hoje maioria assegurada para destituir um ministro. Pela Constituição, o julgamento de ministros do Supremo por crimes de responsabilidade é competência privativa do Senado e uma sentença condenatória depende do voto de dois terços dos 81 integrantes da Casa — 54 senadores.

Dos 49 favoráveis ao impeachment, 25 já passaram por procedimentos no STF

O levantamento publicado neste domingo pelo Estadão acrescenta um elemento sensível ao debate. Entre os 49 parlamentares eleitos ou em exercício que manifestaram posição favorável ao impeachment de ministros, 25 já foram alvo de alguma forma de atuação jurisdicional ou investigativa no Supremo.

A classificação é ampla. Inclui investigações em andamento, ações penais, buscas e apreensões, quebras de sigilo e outras medidas autorizadas pelo STF, mas também procedimentos posteriormente arquivados, absolvições e investigações remetidas a instâncias inferiores. Portanto, integrar esse grupo não equivale a condenação nem comprova prática criminosa.

Entre os senadores eleitos em 2026 que defendem o afastamento de ao menos um ministro, o levantamento identificou 18 com histórico de investigações, ações ou medidas autorizadas pelo Supremo. A reportagem informou que procurou todos os parlamentares mencionados e que eles não apresentaram manifestação até a publicação.

Carlos Jordy foi alvo de duas operações autorizadas pelo STF

Um dos casos destacados é o do senador eleito pelo Rio de Janeiro Carlos Jordy (PL).

Em janeiro de 2024, Jordy, então deputado federal, foi alvo de buscas determinadas por Alexandre de Moraes na Operação Lesa Pátria, relacionada à investigação sobre a organização dos atos antidemocráticos posteriores às eleições de 2022.

Em dezembro de 2025, uma nova operação, desta vez autorizada por Flávio Dino, investigou suspeitas envolvendo recursos da cota parlamentar. Jordy negou irregularidades nos dois episódios e classificou as medidas como intimidatórias.

Mauro Mendes teve passaporte recolhido

Outro integrante da futura composição citado no levantamento é Mauro Mendes (União Brasil-MT).

Em agosto de 2026, Flávio Dino autorizou operação da Polícia Federal destinada a investigar suspeitas envolvendo R$ 308 milhões em um acordo firmado entre o governo de Mato Grosso e uma empresa privada de telefonia.

Mendes teve o passaporte recolhido e ficou proibido de manter contato com outros investigados. O ex-governador negou irregularidades.

Gustavo Gayer foi indiciado pela Polícia Federal

O senador eleito por Goiás Gustavo Gayer (PL) também aparece entre os parlamentares favoráveis ao impeachment que tiveram investigações supervisionadas pelo Supremo.

Em outubro de 2024, Alexandre de Moraes autorizou operação para investigar suspeitas relacionadas ao uso da cota parlamentar. Em dezembro de 2025, Gayer foi indiciado pela Polícia Federal por suspeitas de peculato, associação criminosa e falsidade ideológica.

O indiciamento não representa condenação. O parlamentar negou irregularidades e relacionou a investigação à sua atuação crítica ao STF. Parte do procedimento permanece sob sigilo.

Carlos Bolsonaro teve celular apreendido em investigação da Abin

Eleito para o Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL) também integra o levantamento.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi apontado pela Polícia Federal como possível integrante do núcleo político investigado no caso sobre utilização ilegal da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo anterior.

Em janeiro de 2024, buscas autorizadas por Moraes resultaram na apreensão de seu telefone celular. Carlos Bolsonaro foi indiciado pela PF em junho de 2025. Em julho de 2026, Moraes determinou que a apuração fosse remetida à primeira instância da Justiça Federal, mantendo válidos os elementos já produzidos.

Investigações envolvendo Bia Kicis e Caroline de Toni foram arquivadas

O levantamento também demonstra por que é necessário diferenciar investigação de responsabilidade comprovada.

As senadoras eleitas Bia Kicis (PL-DF) e Caroline de Toni (PL-SC) tiveram sigilos bancários quebrados, por determinação de Alexandre de Moraes, em maio de 2020, durante investigação sobre organização e financiamento de manifestações antidemocráticas.

O procedimento foi arquivado em julho de 2021, a pedido da Procuradoria-Geral da República.

Em 2026, Bia Kicis voltou a prestar esclarecimentos em procedimento relacionado à fiscalização de R$ 150 mil em emendas parlamentares destinados a uma série documental vinculada à produtora do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro.

A medida não significou, por si só, abertura de investigação criminal contra a parlamentar. Kicis afirmou que os recursos não chegaram a ser executados e negou financiamento ao filme.

Relação entre investigados e impeachment exige distinção entre controle político e retaliação

A coincidência entre parlamentares atingidos por decisões judiciais e defensores do afastamento de ministros cria uma questão institucional delicada, mas não permite concluir automaticamente que os pedidos de impeachment tenham finalidade retaliatória.

O Senado exerce uma atribuição expressamente prevista pela Constituição Federal. O artigo 52 estabelece que cabe privativamente à Casa processar e julgar ministros do STF nos crimes de responsabilidade.

A Lei nº 1.079/1950 define entre os crimes de responsabilidade atribuíveis a ministros do Supremo hipóteses como julgamento em situação legal de suspeição, exercício de atividade político-partidária, desídia patente e comportamento incompatível com a honra, dignidade e decoro da função. A mesma lei autoriza qualquer cidadão a apresentar denúncia perante o Senado.

Consequentemente, eventual processo precisa estar fundamentado em conduta juridicamente enquadrável como crime de responsabilidade. Divergência política, discordância com uma decisão judicial ou o simples fato de um ministro ter autorizado investigação contra determinado parlamentar não constituem, isoladamente, fundamento suficiente para condenação.

Especialistas ouvidos no levantamento ressaltaram justamente essa dupla dimensão: o Senado possui competência constitucional legítima para fiscalizar ministros, mas a ameaça de afastamento também pode converter-se em instrumento de pressão sobre a independência judicial quando desvinculada de fatos concretos e juridicamente demonstráveis.

Fachin encaminha encerramento do inquérito das fake news após mais de sete anos

O crescimento da bancada crítica ao STF ocorre no momento em que Edson Fachin conduz uma reorganização interna de procedimentos que estiveram sob responsabilidade de Alexandre de Moraes.

Em 09/09/2026, Fachin retirou Moraes da relatoria do Inquérito 4.781, conhecido como inquérito das fake news, e transferiu a condução dos procedimentos remanescentes para a Presidência da Corte. Os atos praticados anteriormente foram preservados.

O inquérito foi instaurado em 14/03/2019, na gestão de Dias Toffoli, para investigar ameaças, ataques, notícias falsas e condutas dirigidas contra o Supremo, seus ministros e familiares. Moraes foi escolhido relator e permaneceu responsável pelo caso durante mais de sete anos.

Em ofício encaminhado a Luiz Fux na sexta-feira 09/10/2026, Fachin declarou que pretende promover o arquivamento definitivo após a análise das pendências existentes. Segundo a informação divulgada pela Agência Brasil, a Presidência identificou 108 procedimentos investigatórios vinculados ao inquérito.

A providência não representa anulação automática das decisões anteriores. Fachin informou que será necessário examinar pendências e eventuais diligências solicitadas pela Procuradoria-Geral da República e pela Polícia Federal antes do encerramento definitivo.

A mudança consolida uma orientação que o presidente do STF já havia explicitado em setembro, quando incluiu entre as metas de sua gestão o encerramento do inquérito, a adoção de regras éticas e a modernização do sistema de Justiça.

Reunião de Moraes com direção da PF provoca questionamentos internos

Outro episódio incorporado ao ambiente de tensão foi uma reunião entre Alexandre de Moraes e integrantes da cúpula da Polícia Federal realizada na semana passada e que não constou da agenda oficial do ministro.

Segundo reportagem do Estadão, estiveram presentes o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues; o diretor de Combate ao Crime Organizado, Dennis Cali; o diretor de Inteligência, Leandro Almada; o chefe da Coordenação de Inquéritos Especiais, Vitor Arruda; e o coordenador de Contrainteligência, Guilhermo Catramby.

A informação de que havia cinco representantes da Polícia Federal ampliou questionamentos de integrantes do próprio Supremo sobre a finalidade do encontro. Até a publicação da reportagem, STF e PF não haviam informado o motivo da reunião.

A ausência de registro na agenda e de explicação pública alimentou interpretações nos bastidores, mas, por si só, não comprova irregularidade nem autoriza concluir que tenham sido discutidas investigações específicas.

O ministro Luiz Fux demonstrou insatisfação com o episódio e solicitou acesso a processos relacionados aos inquéritos das fake news, das milícias digitais e da investigação sobre a tentativa de golpe. Fachin condicionou o acesso ao Inquérito 4.781 à conclusão da análise dos procedimentos pendentes.

Interpretação sobre mudança de postura de Moraes permanece no campo da análise política

A nova conjuntura eleitoral também produziu interpretações sobre uma possível mudança de comportamento de integrantes do Supremo depois do primeiro turno.

Em coluna publicada pelo Estadão, a jornalista Roseann Kennedy classificou como uma súbita “mansidão” determinadas decisões de Moraes e manifestações institucionais posteriores à vantagem obtida por Flávio Bolsonaro no primeiro turno.

Entre os episódios mencionados estão a progressão para o regime semiaberto concedida a Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, e manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet, ao pedido para que Flávio Bolsonaro voltasse a visitar Jair Bolsonaro.

Essa leitura, entretanto, constitui análise jornalística sobre comportamento político e institucional. Não há, nos elementos publicamente apresentados, prova documental de que as decisões tenham sido tomadas para favorecer a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, antecipar eventual vitória de Flávio Bolsonaro ou estabelecer algum tipo de acomodação futura com o novo Congresso.

A separação entre decisões comprovadas e interpretações sobre suas motivações é particularmente importante porque a campanha presidencial ocorre paralelamente à crise interna do Supremo.

PF abre investigação sobre vazamento de foto extraída do celular de Weverton Rocha

Também neste domingo, 11/10/2026, a Polícia Federal abriu um novo inquérito destinado a identificar a origem do vazamento de uma fotografia extraída do celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA).

O aparelho havia sido apreendido no curso de investigação relacionada à Operação Sem Desconto, que apura suspeitas envolvendo fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social.

A fotografia mostra Weverton Rocha e políticos em uma piscina na propriedade do advogado Willer Tomaz, em Brasília. O registro é de 23/04/2023 e foi posteriormente divulgado pela revista Piauí.

A PF informou, na abertura da nova apuração, que o material integrava um inquérito sigiloso e que a documentação ainda não havia sido fornecida aos advogados quando ocorreu a divulgação. A investigação foi aberta após representação do senador e comunicada ao Supremo.

Uma das primeiras providências previstas é ouvir o delegado responsável pela investigação de origem.

A abertura do procedimento tem objeto específico: apurar como informação protegida por sigilo saiu dos autos. Ela não modifica, por si só, a situação jurídica dos políticos que aparecem na fotografia nem comprova irregularidade apenas pela presença no encontro.

Fiscalização de emendas amplia outro foco de atrito entre Congresso e Supremo

Além dos processos criminais, uma segunda frente de tensão envolve a fiscalização das emendas parlamentares.

Sob relatoria de Flávio Dino, o STF aumentou as exigências de transparência, identificação dos beneficiários e rastreabilidade dos recursos públicos. As decisões provocaram resistência de setores do Congresso e levaram à abertura de dezenas de procedimentos relacionados à aplicação das verbas.

Em 2025, Dino mencionou a existência de mais de 80 inquéritos relacionados a suspeitas envolvendo emendas. Gilmar Mendes também reconheceu publicamente que havia dezenas de apurações sobre o tema. Muitas delas permanecem sob sigilo, o que impede estabelecer publicamente a identidade de todos os investigados.

Essa situação amplia a sobreposição institucional: senadores exercem competência para julgar ministros do Supremo ao mesmo tempo em que alguns congressistas podem ser investigados em procedimentos supervisionados pelos próprios magistrados.

Moraes permanece entre os principais alvos políticos

Entre os ministros mencionados por parlamentares favoráveis ao impeachment, Alexandre de Moraes permanece como um dos principais alvos.

A pressão foi ampliada em 2025 e 2026 por questionamentos relacionados ao Banco Master, às investigações conduzidas pelo ministro e a controvérsias sobre contatos atribuídos a Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

No Jornal Grande Bahia, a escalada já vinha sendo registrada desde dezembro de 2025, quando parlamentares apresentaram pedido de impeachment citando alegações de possível interferência envolvendo o Banco Central e eventual conflito de interesses relacionado ao Master. As acusações dependem de comprovação documental e análise pelas instituições competentes.

Em setembro de 2026, novas informações atribuídas a relatórios policiais levaram senadores a pedir novamente o afastamento ou a renúncia do ministro, enquanto Fachin assumiu a administração de procedimentos surgidos da crise entre membros da Corte, Polícia Federal e PGR.

Resultado eleitoral transforma o Senado em centro da relação entre os Poderes

A eleição de 2026 modifica qualitativamente o cenário porque o Senado exerce atribuições constitucionais que ultrapassam a produção de leis.

É a Casa responsável pela aprovação de futuros ministros do STF, pela análise de indicações para cargos estratégicos e pelo julgamento de crimes de responsabilidade atribuídos aos integrantes da Corte.

Com 49 senadores já identificados como favoráveis à possibilidade de impeachment, o bloco ainda não possui os 54 votos necessários para uma condenação, mas a distância de apenas cinco votos torna partidos e parlamentares de centro potencialmente decisivos.

Também será determinante a eleição da próxima Presidência do Senado, uma vez que a direção política e administrativa da Casa influencia a tramitação das denúncias por crime de responsabilidade.

Por isso, o resultado eleitoral não implica a abertura automática de qualquer processo em fevereiro de 2027. Ele modifica, porém, a capacidade política dos defensores da medida e altera substancialmente o equilíbrio entre Congresso e Supremo.

Linha do tempo dos principais acontecimentos

  • 14/03/2019 — Inquérito das fake news: o STF instaura o Inquérito 4.781, durante a presidência de Dias Toffoli, e Alexandre de Moraes assume sua relatoria; o procedimento passa a investigar ataques, ameaças e desinformação contra a Corte.
  • Maio de 2020 — Bia Kicis e Caroline de Toni: Moraes determina quebra de sigilos bancários no inquérito sobre atos antidemocráticos; o procedimento seria posteriormente arquivado.
  • Julho de 2021 — Arquivamento: investigação envolvendo Kicis e De Toni é encerrada a pedido da PGR.
  • Janeiro de 2024 — Carlos Jordy e Carlos Bolsonaro: operações autorizadas pelo STF atingem os então parlamentares em investigações distintas, relacionadas à Lesa Pátria e ao uso da Abin.
  • Outubro de 2024 — Gustavo Gayer: operação autorizada por Moraes apura suspeitas relacionadas a recursos da cota parlamentar.
  • Junho de 2025 — Carlos Bolsonaro: Polícia Federal apresenta indiciamento na investigação sobre uso ilegal da Abin.
  • Dezembro de 2025 — Carlos Jordy e Gustavo Gayer: Jordy volta a ser alvo de operação; Gayer é indiciado pela Polícia Federal em investigação sobre cota parlamentar.
  • 22/12/2025 — Moraes: parlamentares apresentam novo pedido de impeachment relacionado a alegações envolvendo Banco Central e Banco Master.
  • Julho de 2026 — Caso Abin: investigação envolvendo Carlos Bolsonaro é remetida por Moraes à primeira instância federal.
  • Agosto de 2026 — Mauro Mendes: operação autorizada por Flávio Dino investiga suspeitas relacionadas a acordo de R$ 308 milhões.
  • 01/09/2026 — Pressão sobre Moraes: senadores voltam a defender impeachment ou renúncia do ministro após divulgação de informações atribuídas a relatório policial.
  • 09/09/2026 — Fachin assume Inquérito 4.781: Alexandre de Moraes deixa a relatoria; atos anteriores são preservados.
  • 04/10/2026 — Eleições: renovação de dois terços do Senado amplia a representação de direita e consolida uma futura bancada estimada em 49 senadores favoráveis à possibilidade de impeachment de integrantes do STF.
  • Semana de 05 a 09/10/2026 — Moraes e PF: reunião não registrada na agenda oficial reúne Moraes, Andrei Rodrigues e outros integrantes da cúpula policial; STF e PF não informam publicamente o objetivo do encontro.
  • 09/10/2026 — Fachin sinaliza arquivamento: presidente do STF informa a Luiz Fux que pretende encerrar definitivamente o inquérito das fake news após análise das pendências.
  • 11/10/2026 — Bancada e STF: levantamento aponta que 25 dos 49 integrantes atuais ou futuros do bloco favorável ao impeachment já foram atingidos por investigações, ações ou medidas autorizadas pela Corte.
  • 11/10/2026 — Vazamento da fotografia: PF abre inquérito para identificar a origem da divulgação da foto extraída do celular de Weverton Rocha em investigação sigilosa.

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