O presidente Joe Biden e autoridades dos EUA reagiram ao ataque de drones a uma base na Jordânia, que culminou na morte de três militares norte-americanos, prometendo uma resposta. Especulações sugerem que o Irã, há muito tempo alvo de setores neoconservadores em Washington, poderia ser atingido em uma retaliação. No entanto, Mohammad Marandi, professor da Universidade de Teerã, alerta que um ataque direto ao Irã seria “catastrófico para a economia global”, devido ao aumento nos preços do petróleo. Marandi sugere que essa perspectiva pode dissuadir os EUA de um ataque direto, levando-os a continuar os ataques à Síria e ao Iraque.
O recente ataque à guarnição dos EUA em Al-Tanf, que resultou na morte de três soldados, destaca a complexidade da situação. A confusão sobre a localização exata da base, entre Síria e Jordânia, evidencia as atividades norte-americanas na região. Marandi observa que os ataques contra as forças dos EUA provavelmente persistirão, visto que são associados ao apoio percebido dos EUA a Israel em sua guerra contra Gaza. O analista argumenta que as decisões dos EUA, baseadas em sua própria propaganda e cálculos equivocados, prejudicam seus interesses e minam sua credibilidade global.
Marandi critica a postura liberal dos líderes dos EUA, acusando-os de racismo e observa o declínio de Israel e dos próprios Estados Unidos. Expressando pessimismo sobre a sobrevivência de Israel no atual contexto, Marandi destaca a gravidade da situação em Gaza e critica a indiferença global diante das atrocidades. Ele conclui afirmando que a realidade atual é imperdoável e revela a decadência moral que caracteriza o cenário internacional.
*Com informações da Sputnik News.








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