O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta terça-feira (02/07/2024) que a economia brasileira segue em um ciclo ascendente, superando as expectativas. Segundo ele, a alta taxa de juros no Brasil não condiz com a real necessidade da economia, destacando a queda no desemprego e na inflação como sinais positivos. Costa, economista por formação, ressaltou que o governo federal está realizando investimentos estratégicos para garantir o crescimento contínuo do país.
Na segunda-feira (1), Rui Costa acompanhou o presidente Lula em Feira de Santana (BA) para a inauguração da duplicação da BR-116, entre Santa Bárbara e Feira de Santana, um trecho de aproximadamente 34 km. Costa comentou que esses investimentos são essenciais para reduzir o Custo Brasil, proporcionando fretes mais baixos e incentivando o desenvolvimento econômico. Ele enfatizou que o trabalho sério e dedicado do governo está produzindo resultados positivos.
Na manhã desta terça-feira, Rui Costa participou dos festejos do Dois de Julho, que comemora a independência da Bahia, ao lado do presidente Lula. A comitiva presidencial, após as celebrações em Salvador, seguiu para Recife, onde Lula entregará mais de 400 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. Esses eventos refletem o compromisso do governo federal em melhorar a infraestrutura e promover o desenvolvimento social em diferentes regiões do país.
Rui Costa criticou a elevada taxa de juros no Brasil, considerando-a desnecessária para a atual conjuntura econômica. Ele argumentou que a economia brasileira está em um momento de recuperação, com indicadores de desemprego e inflação em queda. Para o ministro, a redução dos custos operacionais, como o frete, é um passo importante para aumentar a competitividade do país.
Os investimentos em infraestrutura, como a duplicação da BR-116, são vistos pelo governo federal como cruciais para o desenvolvimento econômico sustentável. A entrega de novas unidades habitacionais em Recife também destaca o compromisso com a melhoria das condições de vida da população. Essas ações fazem parte de uma estratégia mais ampla do governo para impulsionar o crescimento econômico e reduzir as desigualdades regionais.







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