O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou quadro de pressão arterial estabilizado após registrar tontura e pico hipertensivo durante caminhada no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, na segunda-feira (16/02/2026). De acordo com informações divulgadas por familiares, ele recebeu atendimento médico ainda na unidade e permanece em monitoramento.
O episódio ocorreu no interior do Núcleo de Custódia da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, local para onde Bolsonaro foi transferido após deixar a Polícia Federal do Brasil em janeiro deste ano.
Segundo relatos públicos, o atendimento incluiu avaliação clínica e verificação dos sinais vitais, com liberação para continuidade das atividades previstas na rotina de reabilitação física.
Relatos da família e acompanhamento médico
Em publicação nas redes sociais, Michelle Bolsonaro informou ter conversado com o comando da unidade prisional e afirmou que a pressão do ex-presidente foi controlada após assistência médica. Conforme a declaração, Bolsonaro retomou sessões de fisioterapia no mesmo dia.
Ainda na segunda-feira, Carlos Bolsonaro comunicou que o pai voltou a apresentar mal-estar na cela, mas continuava sob acompanhamento da equipe de saúde responsável pela custódia.
As manifestações foram divulgadas em perfis oficiais nas redes sociais, sem detalhamento sobre exames complementares ou necessidade de remoção hospitalar.
Transferência e histórico recente de custódia
Bolsonaro está custodiado no Núcleo de Custódia da Polícia Militar desde 15 de janeiro, após transferência da Superintendência da Polícia Federal na capital federal. O espaço é destinado a presos com prerrogativas específicas de segurança.
A mudança de local ocorreu por decisão administrativa, com objetivo de adequar as condições de permanência e logística de escolta, conforme informado anteriormente por autoridades responsáveis.
Desde a transferência, a rotina inclui monitoramento médico periódico e atividades autorizadas dentro da unidade.
Procedimentos internos e monitoramento
Casos de alteração de pressão arterial exigem protocolo de avaliação imediata, com aferição, observação clínica e registro em prontuário. O acompanhamento contínuo busca prevenir agravamentos e orientar eventuais intervenções.
A administração do presídio mantém equipes de saúde de plantão para ocorrências clínicas entre custodiados, incluindo atendimentos de urgência e encaminhamentos, quando necessários.
Até o momento, não houve divulgação oficial sobre internação externa ou intercorrências adicionais relacionadas ao episódio.
*Com informações da Sputnik News.










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